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Coaching para Concursos

Postado em Atualizado em

Por Ana Carolina Mendonça

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Qual é a qualidade do seu sono? E de sua memória?

Veja como sono e memória estão intimamente relacionadas.

Dizemos que dormimos para descansar, mas você sabia que o seu cérebro não descansa durante o sono? Pelo contrário, se mantém em plena atividade processando as informações coletadas durante a vigília, entre outras atribuições.

Pensar que dormir é perder de tempo tem-se mostrado completamente ilegítimo, o cérebro mantém-se em atividade, realiza as conexões cognitivas necessárias, além de diversas outras funções reparadoras e que propiciam equilíbrio e vitalidade.

Quem dorme mal, geralmente, tem dificuldade em lembrar-se de situações simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas próximas.

Um estudo realizado pela Faculdade Lübeck, na Alemanha, concluiu que pessoas que conseguem ter uma boa noite de sono absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir e, mais ainda, que as pessoas se lembram melhor de informações depois de uma boa noite de sono quando sabem que elas serão úteis no futuro.

Os pesquisadores realizaram dois testes de memória envolvendo 191 voluntários.

Em um deles, cada participante deveria memorizar 40 pares de palavras; o outro foi um jogo da memória envolvendo pares de cartas com figuras de objetos e animais. Logo depois, metade dos voluntários foi informada de que faria um teste 10 horas depois para avaliar sua memória em relação a essas atividades. A outra metade não foi informada antes, mas também fez o teste. Somente alguns voluntários puderam dormir durante o período entre as tarefas e a avaliação.

O experimento mostrou que quem dormiu se saiu melhor do que quem se manteve acordado, ainda que esse tivesse passado a noite estudando. E, ainda, aqueles que dormiram sabendo do teste mostraram uma melhora significativa da memória e um aumento das atividades cerebrais enquanto estavam na fase de sono profundo (enquanto dormiam, os participantes foram monitorados por meio de eletroencefalograma).

Portanto, a pesquisa ressalta, pelo menos, duas variáveis interessantes envolvidas no processo de memorização: considerar a informação útil e dormir.

Quanto à primeira, é fundamental que você atribua importância à informação. Isso significa manter-se atento e concentrado, envolver conteúdos emocionais no aprendizado e repetir algumas vezes a informação recebida a fim de transmitir ao cérebro a mensagem de que a informação é relevante e merece ser guardada.

Durante o sono, o cérebro seleciona as informações acumuladas, reforça aquilo que considera importante e descarta o supérfluo. Assim, consegue fixar os dados, informações e lições relevantes que aprendeu ao longo do dia. Então, para que o seu cérebro não descarte as suas horas de estudo, não basta que você apenas leia a matéria, mas que se envolva com ela e seu cérebro perceba que é algo relevante e merece ser guardado.

Quanto à segunda variável, as pesquisas mostram que o cérebro precisa se desligar do mundo externo para realizar o trabalho de consolidação da memória. É crucial que o organismo esteja realmente adormecido e que a pessoa atinja a fase de sono REM.

Os fisiologistas Eugene Aserinsky e Nathaniel Kleitman, da Universidade de Chicago, observaram, em 1953, que o sono humano se em dois padrões de atividade cerebral conhecidos como sono de ondas lentas e sono paradoxal ou REM. As pesquisas de Robert Stickgold, em 2000, concluíram que cada uma das fases do sono desempenha um papel fundamental para o processo de memorização, e que o desempenho das pessoas melhora após dormirem seis horas.

Descobertas recentes, como os estudos de Robert Stickgold e Jeffrey Ellenbogen, em 2007, mostram que dormir também facilita a análise ativa de novas memórias, permitindo a resolução de problemas e dedução de novas informações.

Assim, a frase “dormir e pensar no assunto” tem feito cada vez mais sentido.

Quando se passa uma noite em claro, as memórias e os insights daquele dia ficam comprometidos. O sono parece propiciar a clareza que precisamos para os desafios da vida.

O Coaching lhe fornece poderosas ferramentas, além de orientação e inspiração, que lhe auxiliarão a trilhar o caminho para o sucesso dos seus sonhos.

Experimente e se surpreenda com os resultados!

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Tempo: o seu bem mais precioso

Organizar e Aprender

Ana Carolina

*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

Contato: anacarolina@coachee.com.br  |  www.coachee.com.br

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O estresse faz parte do seu sistema de defesa. Em situações de perigo, ele é responsável pelas reações fisiológicas que o ajudam a enfrentar a situação ou fugir.

Nessas situações, a adrenalina exerce importante papel: acelera o coração, aumenta a pressão arterial e garante mais sangue nos membros e no cérebro para reagir a situações com rapidez. Percebendo isso, muitas pessoas acrescentam, conscientes ou inconscientemente, pequenas doses de pressão a suas vidas, de modo a gerar adrenalina e torná-las mais motivadas, ágeis e produtivas. Um típico exemplo é deixar para resolver as coisas de última hora. Você já percebeu o quanto consegue ser mais ágil nesses momentos?

Quando o estresse passou a ser parte normal da vida, passamos também a conhecer o segundo conceito da palavra estresse: desgaste físico e mental .

Você conhece os efeitos a médio e longo prazos?

A lista é enorme, envolve doenças físicas e psicológicas. O estresse contínuo tende a levar à sensação de desgaste constante, alteração de sono, esgotamento da energia e a provocar perda de interesse pelas coisas, problemas de atenção, concentração e memória, irritabilidade, além de ansiedade, depressão, hipertensão, mudança de apetite, alterações de humor, queda da imunidade, infecções, diabetes, doenças cardíacas. A pessoa em estresse tende a manter comportamentos prejudiciais à saúde, como comer em excesso e abusar de álcool, drogas ilícitas e remédios.

Certa vez, escutei que o estresse opera como os cupins, que roem a madeira de dentro pra fora; é muitas vezes silencioso e quando se mostra, já danificou órgãos, comprometeu a vida profissional e os relacionamentos familiares, conjugais ou profissionais. O estresse atinge sorrateiramente todas as áreas da vida.

Para saber se você está sendo corroído internamente pelos cupins do estresse, reflita calmamente:

Como você reage às situações adversas?

A sua vida te traz muitas preocupações? Você costuma se cobrar excessivamente?

Você costuma reagir antes de pensar? Você se considera pessimista (ou realista)?

Qual a qualidade do seu sono? Você acorda cansado ou bem disposto?

Você sente desânimos e falta de energia?

Ter uma visão positiva ou negativa dos fatos influenciará fortemente a sua relação ao estresse. É no campo dos pensamentos que tudo acontece. O pensamento negativo já representa para o cérebro a situação de perigo, pois o cérebro reage igualmente às situações fáticas e às imaginárias. O medo e a ansiedade geram estresse e são, ao mesmo tempo, consequência dele.

O perfil de pessoas com tendência ao pessimismo ou ao perfeccionismo ou que querem agradar a todos o tempo todo está intimamente relacionado ao estresse, o pensamento delas se invade por preocupações, muitas das vezes, desnecessárias.

Por outro lado, sentir prazer ameniza o impacto do estresse. Pessoas que não se permitem momentos de profundo relaxamento e lazer, bem como aquelas que não se permitem gozar a satisfação de ter completado uma tarefa, seja ela qual for, costumam sentir os efeitos destrutivos do estresse.

10 Dicas para evitar o desgaste emocional e físico do estresse:

  1. Evitar a pressa desmedida que atrapalha as relações interpessoais;
  2. Realizar atividades físicas;
  3. Manter alimentação saudável;
  4. Regular as emoções e criar dentro de si um ambiente saudável que inspire tranquilidade e calma;
  5. Destinar tempo ao lazer e à meditação;
  6. Brincar com seu animal de estimação;
  7. Buscar se autoconhecer;
  8. Estabelecer as suas prioridades na vida;
  9. Focar naquilo que é importante (e não só no que é urgente);
  10. Assumir uma postura otimista em relação à vida.

Você é responsável por construir seu destino e garantir a qualidade de sua vida! Aproveite a sua semana!

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Segredos do Sono Reparador

 

Ana Carolina*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

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Qual é a qualidade do seu sono? E de sua memória?

Veja como sono e memória estão intimamente relacionadas.

Dizemos que dormimos para descansar, mas você sabia que o seu cérebro não descansa durante o sono? Pelo contrário, se mantém em plena atividade processando as informações coletadas durante a vigília, entre outras atribuições.

Pensar que dormir é perder de tempo tem-se mostrado completamente ilegítimo, o cérebro mantém-se em atividade, realiza as conexões cognitivas necessárias, além de diversas outras funções reparadoras e que propiciam equilíbrio e vitalidade.

Quem dorme mal, geralmente, tem dificuldade em lembrar-se de situações simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas próximas.

Um estudo realizado pela Faculdade Lübeck, na Alemanha, concluiu que pessoas que conseguem ter uma boa noite de sono absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir e, mais ainda, que as pessoas se lembram melhor de informações depois de uma boa noite de sono quando sabem que elas serão úteis no futuro.

Os pesquisadores realizaram dois testes de memória envolvendo 191 voluntários.

Em um deles, cada participante deveria memorizar 40 pares de palavras; o outro foi um jogo da memória envolvendo pares de cartas com figuras de objetos e animais. Logo depois, metade dos voluntários foi informada de que faria um teste 10 horas depois para avaliar sua memória em relação a essas atividades. A outra metade não foi informada antes, mas também fez o teste. Somente alguns voluntários puderam dormir durante o período entre as tarefas e a avaliação.

O experimento mostrou que quem dormiu se saiu melhor do que quem se manteve acordado, ainda que esse tivesse passado a noite estudando. E, ainda, aqueles que dormiram sabendo do teste mostraram uma melhora significativa da memória e um aumento das atividades cerebrais enquanto estavam na fase de sono profundo (enquanto dormiam, os participantes foram monitorados por meio de eletroencefalograma).

Portanto, a pesquisa ressalta, pelo menos, duas variáveis interessantes envolvidas no processo de memorização: considerar a informação útil e dormir.

Quanto à primeira, é fundamental que você atribua importância à informação. Isso significa manter-se atento e concentrado, envolver conteúdos emocionais no aprendizado e repetir algumas vezes a informação recebida a fim de transmitir ao cérebro a mensagem de que a informação é relevante e merece ser guardada.

Durante o sono, o cérebro seleciona as informações acumuladas, reforça aquilo que considera importante e descarta o supérfluo. Assim, consegue fixar os dados, informações e lições relevantes que aprendeu ao longo do dia. Então, para que o seu cérebro não descarte as suas horas de estudo, não basta que você apenas leia a matéria, mas que se envolva com ela e seu cérebro perceba que é algo relevante e merece ser guardado.

Quanto à segunda variável, as pesquisas mostram que o cérebro precisa se desligar do mundo externo para realizar o trabalho de consolidação da memória. É crucial que o organismo esteja realmente adormecido e que a pessoa atinja a fase de sono REM.

Os fisiologistas Eugene Aserinsky e Nathaniel Kleitman, da Universidade de Chicago, observaram, em 1953, que o sono humano se em dois padrões de atividade cerebral conhecidos como sono de ondas lentas e sono paradoxal ou REM. As pesquisas de Robert Stickgold, em 2000, concluíram que cada uma das fases do sono desempenha um papel fundamental para o processo de memorização, e que o desempenho das pessoas melhora após dormirem seis horas.

Descobertas recentes, como os estudos de Robert Stickgold e Jeffrey Ellenbogen, em 2007, mostram que dormir também facilita a análise ativa de novas memórias, permitindo a resolução de problemas e dedução de novas informações.

Assim, a frase “dormir e pensar no assunto” tem feito cada vez mais sentido.

Quando se passa uma noite em claro, as memórias e os insights daquele dia ficam comprometidos. O sono parece propiciar a clareza que precisamos para os desafios da vida.

O Coaching lhe fornece poderosas ferramentas, além de orientação e inspiração, que lhe auxiliarão a trilhar o caminho para o sucesso dos seus sonhos.

Experimente e se surpreenda com os resultados!

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*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

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CoachingO estresse faz parte do seu sistema de defesa. Em situações de perigo, ele é responsável pelas reações fisiológicas que o ajudam a enfrentar a situação ou fugir.

Nessas situações, a adrenalina exerce importante papel: acelera o coração, aumenta a pressão arterial e garante mais sangue nos membros e no cérebro para reagir a situações com rapidez. Percebendo isso, muitas pessoas acrescentam, conscientes ou inconscientemente, pequenas doses de pressão a suas vidas, de modo a gerar adrenalina e torná-las mais motivadas, ágeis e produtivas. Um típico exemplo é deixar para resolver as coisas de última hora. Você já percebeu o quanto consegue ser mais ágil nesses momentos?

Quando o estresse passou a ser parte normal da vida, passamos também a conhecer o segundo conceito da palavra estresse: desgaste físico e mental .

Você conhece os efeitos a médio e longo prazos?

A lista é enorme, envolve doenças físicas e psicológicas. O estresse contínuo tende a levar à sensação de desgaste constante, alteração de sono, esgotamento da energia e a provocar perda de interesse pelas coisas, problemas de atenção, concentração e memória, irritabilidade, além de ansiedade, depressão, hipertensão, mudança de apetite, alterações de humor, queda da imunidade, infecções, diabetes, doenças cardíacas. A pessoa em estresse tende a manter comportamentos prejudiciais à saúde, como comer em excesso e abusar de álcool, drogas ilícitas e remédios.

Certa vez, escutei que o estresse opera como os cupins, que roem a madeira de dentro pra fora; é muitas vezes silencioso e quando se mostra, já danificou órgãos, comprometeu a vida profissional e os relacionamentos familiares, conjugais ou profissionais. O estresse atinge sorrateiramente todas as áreas da vida.

Para saber se você está sendo corroído internamente pelos cupins do estresse, reflita calmamente:

Como você reage às situações adversas?

A sua vida te traz muitas preocupações? Você costuma se cobrar excessivamente?

Você costuma reagir antes de pensar? Você se considera pessimista (ou realista)?

Qual a qualidade do seu sono? Você acorda cansado ou bem disposto?

Você sente desânimos e falta de energia?

Ter uma visão positiva ou negativa dos fatos influenciará fortemente a sua relação ao estresse. É no campo dos pensamentos que tudo acontece. O pensamento negativo já representa para o cérebro a situação de perigo, pois o cérebro reage igualmente às situações fáticas e às imaginárias. O medo e a ansiedade geram estresse e são, ao mesmo tempo, consequência dele.

O perfil de pessoas com tendência ao pessimismo ou ao perfeccionismo ou que querem agradar a todos o tempo todo está intimamente relacionado ao estresse, o pensamento delas se invade por preocupações, muitas das vezes, desnecessárias.

Por outro lado, sentir prazer ameniza o impacto do estresse. Pessoas que não se permitem momentos de profundo relaxamento e lazer, bem como aquelas que não se permitem gozar a satisfação de ter completado uma tarefa, seja ela qual for, costumam sentir os efeitos destrutivos do estresse.

10 Dicas para evitar o desgaste emocional e físico do estresse:

  1. Evitar a pressa desmedida que atrapalha as relações interpessoais;
  2. Realizar atividades físicas;
  3. Manter alimentação saudável;
  4. Regular as emoções e criar dentro de si um ambiente saudável que inspire tranquilidade e calma;
  5. Destinar tempo ao lazer e à meditação;
  6. Brincar com seu animal de estimação;
  7. Buscar se autoconhecer;
  8. Estabelecer as suas prioridades na vida;
  9. Focar naquilo que é importante (e não só no que é urgente);
  10. Assumir uma postura otimista em relação à vida.

Você é responsável por construir seu destino e garantir a qualidade de sua vida! Aproveite a sua semana!

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Tempo: o seu bem mais precioso

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Segredos do Sono Reparador

 

Ana Carolina*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

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Coaching

Qual é a qualidade do seu sono? E de sua memória?

Veja como sono e memória estão intimamente relacionadas.

Dizemos que dormimos para descansar, mas você sabia que o seu cérebro não descansa durante o sono? Pelo contrário, se mantém em plena atividade processando as informações coletadas durante a vigília, entre outras atribuições.

Pensar que dormir é perder de tempo tem-se mostrado completamente ilegítimo, o cérebro mantém-se em atividade, realiza as conexões cognitivas necessárias, além de diversas outras funções reparadoras e que propiciam equilíbrio e vitalidade.

Quem dorme mal, geralmente, tem dificuldade em lembrar-se de situações simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas próximas.

Um estudo realizado pela Faculdade Lübeck, na Alemanha, concluiu que pessoas que conseguem ter uma boa noite de sono absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir e, mais ainda, que as pessoas se lembram melhor de informações depois de uma boa noite de sono quando sabem que elas serão úteis no futuro.

Os pesquisadores realizaram dois testes de memória envolvendo 191 voluntários.

Em um deles, cada participante deveria memorizar 40 pares de palavras; o outro foi um jogo da memória envolvendo pares de cartas com figuras de objetos e animais. Logo depois, metade dos voluntários foi informada de que faria um teste 10 horas depois para avaliar sua memória em relação a essas atividades. A outra metade não foi informada antes, mas também fez o teste. Somente alguns voluntários puderam dormir durante o período entre as tarefas e a avaliação.

O experimento mostrou que quem dormiu se saiu melhor do que quem se manteve acordado, ainda que esse tivesse passado a noite estudando. E, ainda, aqueles que dormiram sabendo do teste mostraram uma melhora significativa da memória e um aumento das atividades cerebrais enquanto estavam na fase de sono profundo (enquanto dormiam, os participantes foram monitorados por meio de eletroencefalograma).

Portanto, a pesquisa ressalta, pelo menos, duas variáveis interessantes envolvidas no processo de memorização: considerar a informação útil e dormir.

Quanto à primeira, é fundamental que você atribua importância à informação. Isso significa manter-se atento e concentrado, envolver conteúdos emocionais no aprendizado e repetir algumas vezes a informação recebida a fim de transmitir ao cérebro a mensagem de que a informação é relevante e merece ser guardada.

Durante o sono, o cérebro seleciona as informações acumuladas, reforça aquilo que considera importante e descarta o supérfluo. Assim, consegue fixar os dados, informações e lições relevantes que aprendeu ao longo do dia. Então, para que o seu cérebro não descarte as suas horas de estudo, não basta que você apenas leia a matéria, mas que se envolva com ela e seu cérebro perceba que é algo relevante e merece ser guardado.

Quanto à segunda variável, as pesquisas mostram que o cérebro precisa se desligar do mundo externo para realizar o trabalho de consolidação da memória. É crucial que o organismo esteja realmente adormecido e que a pessoa atinja a fase de sono REM.

Os fisiologistas Eugene Aserinsky e Nathaniel Kleitman, da Universidade de Chicago, observaram, em 1953, que o sono humano se em dois padrões de atividade cerebral conhecidos como sono de ondas lentas e sono paradoxal ou REM. As pesquisas de Robert Stickgold, em 2000, concluíram que cada uma das fases do sono desempenha um papel fundamental para o processo de memorização, e que o desempenho das pessoas melhora após dormirem seis horas.

Descobertas recentes, como os estudos de Robert Stickgold e Jeffrey Ellenbogen, em 2007, mostram que dormir também facilita a análise ativa de novas memórias, permitindo a resolução de problemas e dedução de novas informações.

Assim, a frase “dormir e pensar no assunto” tem feito cada vez mais sentido.

Quando se passa uma noite em claro, as memórias e os insights daquele dia ficam comprometidos. O sono parece propiciar a clareza que precisamos para os desafios da vida.

O Coaching lhe fornece poderosas ferramentas, além de orientação e inspiração, que lhe auxiliarão a trilhar o caminho para o sucesso dos seus sonhos.

Experimente e se surpreenda com os resultados!

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Organizar e Aprender

Ana Carolina

*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

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O estresse faz parte do seu sistema de defesa. Em situações de perigo, ele é responsável pelas reações fisiológicas que o ajudam a enfrentar a situação ou fugir.

Nessas situações, a adrenalina exerce importante papel: acelera o coração, aumenta a pressão arterial e garante mais sangue nos membros e no cérebro para reagir a situações com rapidez. Percebendo isso, muitas pessoas acrescentam, conscientes ou inconscientemente, pequenas doses de pressão a suas vidas, de modo a gerar adrenalina e torná-las mais motivadas, ágeis e produtivas. Um típico exemplo é deixar para resolver as coisas de última hora. Você já percebeu o quanto consegue ser mais ágil nesses momentos?

Quando o estresse passou a ser parte normal da vida, passamos também a conhecer o segundo conceito da palavra estresse: desgaste físico e mental .

Você conhece os efeitos a médio e longo prazos?

A lista é enorme, envolve doenças físicas e psicológicas. O estresse contínuo tende a levar à sensação de desgaste constante, alteração de sono, esgotamento da energia e a provocar perda de interesse pelas coisas, problemas de atenção, concentração e memória, irritabilidade, além de ansiedade, depressão, hipertensão, mudança de apetite, alterações de humor, queda da imunidade, infecções, diabetes, doenças cardíacas. A pessoa em estresse tende a manter comportamentos prejudiciais à saúde, como comer em excesso e abusar de álcool, drogas ilícitas e remédios.

Certa vez, escutei que o estresse opera como os cupins, que roem a madeira de dentro pra fora; é muitas vezes silencioso e quando se mostra, já danificou órgãos, comprometeu a vida profissional e os relacionamentos familiares, conjugais ou profissionais. O estresse atinge sorrateiramente todas as áreas da vida.

Para saber se você está sendo corroído internamente pelos cupins do estresse, reflita calmamente:

Como você reage às situações adversas?

A sua vida te traz muitas preocupações? Você costuma se cobrar excessivamente?

Você costuma reagir antes de pensar? Você se considera pessimista (ou realista)?

Qual a qualidade do seu sono? Você acorda cansado ou bem disposto?

Você sente desânimos e falta de energia?

Ter uma visão positiva ou negativa dos fatos influenciará fortemente a sua relação ao estresse. É no campo dos pensamentos que tudo acontece. O pensamento negativo já representa para o cérebro a situação de perigo, pois o cérebro reage igualmente às situações fáticas e às imaginárias. O medo e a ansiedade geram estresse e são, ao mesmo tempo, consequência dele.

O perfil de pessoas com tendência ao pessimismo ou ao perfeccionismo ou que querem agradar a todos o tempo todo está intimamente relacionado ao estresse, o pensamento delas se invade por preocupações, muitas das vezes, desnecessárias.

Por outro lado, sentir prazer ameniza o impacto do estresse. Pessoas que não se permitem momentos de profundo relaxamento e lazer, bem como aquelas que não se permitem gozar a satisfação de ter completado uma tarefa, seja ela qual for, costumam sentir os efeitos destrutivos do estresse.

10 Dicas para evitar o desgaste emocional e físico do estresse:

  1. Evitar a pressa desmedida que atrapalha as relações interpessoais;
  2. Realizar atividades físicas;
  3. Manter alimentação saudável;
  4. Regular as emoções e criar dentro de si um ambiente saudável que inspire tranquilidade e calma;
  5. Destinar tempo ao lazer e à meditação;
  6. Brincar com seu animal de estimação;
  7. Buscar se autoconhecer;
  8. Estabelecer as suas prioridades na vida;
  9. Focar naquilo que é importante (e não só no que é urgente);
  10. Assumir uma postura otimista em relação à vida.

Você é responsável por construir seu destino e garantir a qualidade de sua vida! Aproveite a sua semana!

 

foto_pose_5ANA CAROLINA MENDONÇA é Master Coach com certificação nas especialidades Life e Executive Coaching, pela Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico, em parceria com a Florida Christian University. Palestrante e Articulista Semanal em Coaching. Servidora pública com atuações no Banco Central do Brasil, no Tribunal Superior do Trabalho e no Conselho Superior da Justiça do Trabalho e com experiências em Planejamento Estratégico, Escritório de Processos e Gerência de Projetos.

Contato: (61) 8413-8543 – anacarolina@coachee.com.br  //  www.coachee.com.br

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Washington Luís Batista Barbosa

http://www.washingtonbarbosa.com

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Coaching para Concursos

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OS SEGREDOS DO

SONO REPARADOR

* por Ana Carolina Mendonça

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Você acorda descansado e energizado? Quando você acorda, sente que o tempo de sono foi suficiente? Ou durante o dia se sente cansado e indisposto?

 

O sono é essencial para uma vida harmoniosa e para a efetiva aprendizagem, no entanto, muitas das vezes, na correria do dia a dia, o sono é negligenciado e fica para segundo plano.

O sono reparador renova nossas energias físicas e psíquicas. É o momento em  que milhões de células relaxam para repor suas energias. Quem dorme bem, promove inteligência, evita transtornos psíquicos e problemas psicossomáticos. Mas, lembre-se, ter um sono reparador vai além de simplesmente dormir.

Mesmo dormindo, certas pessoas não descansam, ou seja, não conseguem repor integralmente sua força e disposição. Hoje em dia, a principal causa para isso é a agitação da mente, que consome muita energia e prejudica o poder reparatório do organismo. Não tranquilizar a mente antes de dormir e levar os problemas para a cama é trair a sua Paz e sua Qualidade de Vida.

O sono influencia até mesmo a sua personalidade. Você será uma pessoa agradável, tolerável ou insuportável, a depender da qualidade do seu sono.

Sinceramente, você se considera uma pessoa serena ou impulsiva? Quantas horas de sono contínuo você tem por noite? Você dorme em ambiente escuro e silencioso? Qual é a qualidade do seu sono?

A insônia e as noites maldormidas destroem a serenidade, bloqueiam a memória e levam o ser humano a reagir sem pensar, por instinto, como um animal. Ou seja, reduz o raciocínio.

Além disso, estudos neurocientíficos mostram que dormir bem pode ser essencial para a manutenção da bainha de mielina dos neurônios, camada responsável pela condução do impulso nervoso de uma célula à outra. Problemas nessa membrana levam à esclerose múltipla, doença degenerativa severa marcada pela perda da coordenação motora.

 “O sono ajuda na regeneração celular. Ele propicia as condições ideais para produzir mielina e repor a que naturalmente se desgastou”, diz uma das autoras, a neurocientista Chiara Cirelli. Ela explica que o reparo provavelmente leva semanas ou até meses. Ou seja, uma noite de sono perdida ou maldormida pode interromper o processo.

 “Se você despreza seu sono, estará destruindo o reator da vida”  Augusto Cury

 Sem o sono reparador, o corpo e a emoção ficam drasticamente debilitados. É impossível ser saudável e ter bom rendimento sem dormir bem.

Para melhorar o desempenho do seu dia e a qualidade do seu sono, seguem algumas dicas simples e altamente eficientes: faça a sua última refeição do dia pelo menos uma hora antes de se deitar, evite aparelhos eletrônicos no mínimo meia hora antes de dormir, faça exercícios regularmente, trabalhe com alegria, mantenha bons pensamentos (foco nas soluções e não nos problemas), não guarde ressentimentos, perdoe (o maior beneficiado é você mesmo), relaxe sua mente, procure deitar-se sempre no mesmo horário e valorize suas horas de sono!

 A qualidade do seu sono depende do seu dia e a qualidade do seu dia depende do seu sono!

 Compartilhe comigo suas experiências, dúvidas e sugestões!

Bons Estudos!

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Construir a Aprovação

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Regulou o seu Foco?

Técnicas de Memorização

Conhece o Princípio 10/90?

Confiança e Ansiedade na Aprendizagem

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6 Dicas para Você Concretizar suas Decisões

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ANA CAROLINA MENDONÇA é Master Coach com certificação Internacional em Coaching Integral Sistêmico, nas especialidades Life e Executive Coaching, pela Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico, em parceria com a Florida Christian University. Palestrante e Articulista Semanal em Coaching. Com experiências no Banco Central do Brasil e no Tribunal Superior do Trabalho, onde participou do Planejamento Estratégico Institucional, exerceu a Gerência de Projetos, dentre eles, a estruturação do Escritório de Processos. Atualmente, concilia suas atividades no Conselho Superior da Justiça do Trabalho com o trabalho no Coaching.

Contato: (61) 8413-8543 – anacarolina@coachee.com.br