Memorização

Coaching para Concursos

Postado em Atualizado em

Por Ana Carolina Mendonça

coaching1

Você sente dificuldade em se concentrar? Você se considera uma pessoa atenta?

Você consegue diferenciar atenção de concentração?

Se, por um lado, prestar atenção é ser capaz de direcionar seus sentidos e sua percepção; por outro, para se atingir um estado de concentração faz-se necessário ter atenção em apenas uma atividade específica, de forma a, inclusive, abstrair outras coisas e situações ao redor.

É plenamente possível prestar atenção a uma informação sem necessariamente concentrar-se nela a ponto de se desligar de todo o resto, não é mesmo?

Ter concentração é ter foco em alguma situação específica. É ter atenção exclusivamente a uma determinada coisa.

Saber a diferença entre atenção e concentração mas, principalmente, saber usá-las nos momentos adequados é a chave para aumentar a sua produtividade e satisfação com os seus resultados.

Em muitos casos na vida, será importante estar atento a todo o contexto no qual você estiver inserido. Nessas situações, você poderá, por exemplo, escutar atentamente uma conversa e, ainda assim, estar ciente ao que está se passando à sua volta. Isso é ter atenção aguçada.

Em outras circunstâncias, de trabalho e estudo, por exemplo, estar concentrado apenas em um atividade permitirá a você obter melhores resultados em termos de tempo e de qualidade.

Entretanto, justamente, na tentativa de melhor aproveitar o tempo, muitas pessoas acabam optando por realizar várias coisas em paralelo ou, simplesmente, não se empenham em se concentrar no que estão realizando e terminam, com isso, realizando um trabalho sem qualidade e/ou perdendo tempo com distrações e retrabalho.

A falta de atenção e de concentração atinge diretamente a qualidade da memorização.

Por meio do autoconhecimento e de técnicas de Coaching e de Programação Neurolinguística (PNL) é possível desbloquear a aprendizagem, aumentar a performance no trabalho e a disciplina nos estudos, bem como aprimorar a qualidade da memorização de novas informações.

A seguir são oferecidas algumas dicas simples para você aumentar o seu nível de  concentração.

  • Priorize

Faça uma lista das atividades que precisa realizar, coloque tudo por escrito e, logo a seguir, ordene por prioridade.

  • Uma tarefa de cada vez

Definida a prioridade, realize cada atividade de uma vez. Esforce-se para não interromper o que estiver fazendo,  até que  esteja concluído. Esse exercício ajudará você a desenvolver exclusividade.

  • Saiba lidar com os seus pensamentos

Os maiores vilões da concentração são nossos próprios pensamentos. Aprenda a lidar com eles. Você não precisa dar atenção a todo o pensamento que lhe ocorra.

  • Observe-se

Conhece-te a ti mesmo. Adote uma postura de fiscal com você mesmo e observe o que tem lhe tirado a concentração. Redes sociais, telefone, televisão, preocupações, ansiedade, colegas de trabalho? Ser sincero com você mesmo lhe ajudará a encontrar meios de superar as distrações.

  • Alterne atividades

Mudar de tarefa permite um descanso para o cérebro, potencializaa atenção,a percepção e a capacidade de memorização. Assim, ao organizar as tarefas para o seu dia, considere a  alternância de atividades como uma estratégia para obter melhores  resultados.

  • Medite

A pratica de atividades de relaxamento e meditação oferecem ganhos significativos na redução da ansiedade e na capacidade de concentração.

  • Pratique

Assim como os músculos do seu corpo, para desenvolver sua concentração, você precisará se exercitar continuamente. Assim, seja paciente consigo mesmo e controle sua pressa e ansiedade, pratique atividades que melhoram a concentração e dedique-se a você mesmo. O seu comprometimento fará toda a diferença!

Tenha uma ótima semana!

Todos os dias é dia de aprender algo! Aproveite!

VEJA MAIS SOBRE COACHING:

O que você precisa saber antes de fazer  Coaching – Parte 1

Tempo: o seu bem mais precioso

Organizar e Aprender

Ana Carolina

*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

Contato: anacarolina@coachee.com.br  |  www.coachee.com.br

Coaching para Concursos

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Por Ana Carolina Mendonça

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Você sente dificuldade em se concentrar? Você se considera uma pessoa atenta?

Você consegue diferenciar atenção de concentração?

Se, por um lado, prestar atenção é ser capaz de direcionar seus sentidos e sua percepção; por outro, para se atingir um estado de concentração faz-se necessário ter atenção em apenas uma atividade específica, de forma a, inclusive, abstrair outras coisas e situações ao redor.

É plenamente possível prestar atenção a uma informação sem necessariamente concentrar-se nela a ponto de se desligar de todo o resto, não é mesmo?

Ter concentração é ter foco em alguma situação específica. É ter atenção exclusivamente a uma determinada coisa.

Saber a diferença entre atenção e concentração mas, principalmente, saber usá-las nos momentos adequados é a chave para aumentar a sua produtividade e satisfação com os seus resultados.

Em muitos casos na vida, será importante estar atento a todo o contexto no qual você estiver inserido. Nessas situações, você poderá, por exemplo, escutar atentamente uma conversa e, ainda assim, estar ciente ao que está se passando à sua volta. Isso é ter atenção aguçada.

Em outras circunstâncias, de trabalho e estudo, por exemplo, estar concentrado apenas em um atividade permitirá a você obter melhores resultados em termos de tempo e de qualidade.

Entretanto, justamente, na tentativa de melhor aproveitar o tempo, muitas pessoas acabam optando por realizar várias coisas em paralelo ou, simplesmente, não se empenham em se concentrar no que estão realizando e terminam, com isso, realizando um trabalho sem qualidade e/ou perdendo tempo com distrações e retrabalho.

A falta de atenção e de concentração atinge diretamente a qualidade da memorização.

Por meio do autoconhecimento e de técnicas de Coaching e de Programação Neurolinguística (PNL) é possível desbloquear a aprendizagem, aumentar a performance no trabalho e a disciplina nos estudos, bem como aprimorar a qualidade da memorização de novas informações.

A seguir são oferecidas algumas dicas simples para você aumentar o seu nível de  concentração.

  • Priorize

Faça uma lista das atividades que precisa realizar, coloque tudo por escrito e, logo a seguir, ordene por prioridade.

  • Uma tarefa de cada vez

Definida a prioridade, realize cada atividade de uma vez. Esforce-se para não interromper o que estiver fazendo,  até que  esteja concluído. Esse exercício ajudará você a desenvolver exclusividade.

  • Saiba lidar com os seus pensamentos

Os maiores vilões da concentração são nossos próprios pensamentos. Aprenda a lidar com eles. Você não precisa dar atenção a todo o pensamento que lhe ocorra.

  • Observe-se

Conhece-te a ti mesmo. Adote uma postura de fiscal com você mesmo e observe o que tem lhe tirado a concentração. Redes sociais, telefone, televisão, preocupações, ansiedade, colegas de trabalho? Ser sincero com você mesmo lhe ajudará a encontrar meios de superar as distrações.

  • Alterne atividades

Mudar de tarefa permite um descanso para o cérebro, potencializaa atenção,a percepção e a capacidade de memorização. Assim, ao organizar as tarefas para o seu dia, considere a  alternância de atividades como uma estratégia para obter melhores  resultados.

  • Medite

A pratica de atividades de relaxamento e meditação oferecem ganhos significativos na redução da ansiedade e na capacidade de concentração.

  • Pratique

Assim como os músculos do seu corpo, para desenvolver sua concentração, você precisará se exercitar continuamente. Assim, seja paciente consigo mesmo e controle sua pressa e ansiedade, pratique atividades que melhoram a concentração e dedique-se a você mesmo. O seu comprometimento fará toda a diferença!

Tenha uma ótima semana!

Todos os dias é dia de aprender algo! Aproveite!

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Tempo: o seu bem mais precioso

Organizar e Aprender

Ana Carolina

*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

Contato: anacarolina@coachee.com.br  |  www.coachee.com.br

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Coaching

Você sente dificuldade em se concentrar? Você se considera uma pessoa atenta?

Você consegue diferenciar atenção de concentração?

Se, por um lado,prestar atenção é ser capaz de direcionar seus sentidos e sua percepção; por outro, para se atingir um estado de concentração faz-se necessário ter atenção em apenas uma atividade específica, de forma a, inclusive, abstrair outras coisas e situações ao redor.

É plenamente possível prestar atenção a uma informação sem necessariamente concentrar-se nela a ponto de se desligar de todo o resto, não é mesmo?

Ter concentração é ter foco em alguma situação específica. É ter atenção exclusivamente a uma determinada coisa.

Saber a diferença entre atenção e concentração mas, principalmente, saber usá-las nos momentos adequados é a chave para aumentar a sua produtividade e satisfação com os seus resultados.

Em muitos casos na vida, será importante estar atento a todo o contexto no qual você estiver inserido. Nessas situações, você poderá, por exemplo, escutar atentamente uma conversa e, ainda assim, estar ciente ao que está se passando à sua volta. Isso é ter atenção aguçada.

Em outras circunstâncias, de trabalho e estudo, por exemplo, estar concentrado apenas em um atividade permitirá a você obter melhores resultados em termos de tempo e de qualidade.

Entretanto, justamente, na tentativa de melhor aproveitar o tempo, muitas pessoas acabam optando por realizar várias coisas em paralelo ou, simplesmente, não se empenham em se concentrar no que estão realizando e terminam, com isso, realizando um trabalho sem qualidade e/ou perdendo tempo com distrações e retrabalho.

A falta de atenção e de concentração atinge diretamente a qualidade da memorização.

Por meio do autoconhecimento e de técnicas de Coaching e de Programação Neurolinguística(PNL) é possível desbloquear a aprendizagem, aumentar aperformance no trabalho e a disciplina nos estudos, bem como aprimorar a qualidade da memorização de novas informações.

A seguir são oferecidas algumas dicas simples para você aumentar o seu nível de  concentração.

  • Priorize

Faça uma lista das atividades que precisa realizar, coloque tudo por escrito e, logo a seguir, ordene por prioridade.

  • Uma tarefa de cada vez

Definida a prioridade, realize cada atividade de uma vez. Esforce-se para não interromper o que estiver fazendo,  até que  esteja concluído. Esse exercício ajudará você a desenvolver exclusividade.

  • Saiba lidar com os seus pensamentos

Os maiores vilões da concentração são nossos próprios pensamentos. Aprenda a lidar com eles. Você não precisa dar atenção a todo o pensamento que lhe ocorra.

  • Observe-se

Conhece-te a ti mesmo. Adote uma postura de fiscal com você mesmo e observe o que tem lhe tirado a concentração. Redes sociais, telefone, televisão, preocupações, ansiedade, colegas de trabalho? Ser sincero com você mesmo lhe ajudará a encontrar meios de superar as distrações.

  • Alterne atividades

Mudar de tarefa permite um descanso para o cérebro, potencializaa atenção,a percepção e a capacidade de memorização. Assim, ao organizar as tarefas para o seu dia, considere a  alternância de atividades como uma estratégia para obter melhores  resultados.

  • Medite

A pratica de atividades de relaxamento e meditação oferecem ganhos significativos na redução da ansiedade e na capacidade de concentração.

  • Pratique

Assim como os músculos do seu corpo, para desenvolver sua concentração, você precisará se exercitar continuamente. Assim, seja paciente consigo mesmo e controle sua pressa e ansiedade, pratique atividades que melhoram a concentração e dedique-se a você mesmo. O seu comprometimento fará toda a diferença!

Tenha uma ótima semana!

Todos os dias é dia de aprender algo! Aproveite!

VEJA MAIS SOBRE COACHING:

O que você precisa saber antes de fazer  Coaching – Parte 1

Tempo: o seu bem mais precioso

Organizar e Aprender

Ana Carolina

*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

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Técnicas de Memorização

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Memórias Episódicas

para Lembrar

Conceitos nas Provas

 memorização

O uso e mobilização da memória, enquanto função cognitiva, trata-se de tema estratégico e de grande importância no processo de preparação para concursos públicos. Não por acaso existem vários textos publicados aqui no Blog que tratam do presente assunto, com diversas abordagens.

Inclusive as memórias episódicas já foram abordadas em outro texto específico. Mas o objetivo agora é trabalhar com as memórias episódicas em outro sentido, apresentando uma nova modalidade de aplicação útil deste conceito.

Primeiramente, cabe esclarecer que, quanto ao objeto memorizado, as memórias semânticas, que são aquelas que não contam com natureza psicomotora, se dividem em conceituais, as quais correspondem aos conceitos e informações que aprendemos, bem como episódicas. Estas, por sua vez, consistem naquelas que contam com um caráter factual, ou seja, uma experiência real e vivenciada (IZQUIERDO, Ivan. “Memória”. Porto Alegre: Artmed, 2002, págs. 16/17).

Geralmente, no processo de preparação para concursos, somente trabalhamos e pensamos na formação de memórias conceituais. Mas as memórias episódicas também podem ser bastante úteis e trabalhadas de forma estratégica, principalmente no processo de evocação, isto é, de recordação da informação que precisamos resgatar, inclusive nas provas.

Como assim?

Por vezes pode ser que o resgate da informação ou conceito seja viabilizado exatamente a partir da experiência real vivenciada no contato que tivemos com este conceito, ou mesmo envolvendo uma situação real na qual este conceito foi aplicado.

Vou dar um exemplo banal, mas que reflete a ideia e facilita a sua compreensão.

Havia uma palavra em inglês quanto a qual eu tinha certa dificuldade em memorizar. Naturalmente que as causas desta “dificuldade” – sendo que tenho dúvidas se esta é a palavra certa, por si só, daria um longo estudo e reflexão. Faço tal afirmação pois, por vezes, a causa da não viabilização da memorização e capacidade de evocar uma informação decorre do processo de contato ou estudo que foi realizado (clique aqui para ler uma experiência interessante e útil que tive, exposta no texto sobre Técnicas Mnemonicas).

Mas o fato é que aquela palavra, apesar dos vários contatos que eu tinha tido, não conseguia lembrar. Um dia, numa determinada ocasião específica, estava lendo um livro em inglês, com a minha esposa ao lado. E apareceu a tal palavra (na verdade era um verbo). Naquele momento, me lembro até de uma terceira pessoa que se aproximava para nos abordar, a qual saiu logo em seguida. Daí, como não me lembrava da palavra, indaguei minha esposa se ela sabia, a qual sabia e me esclareceu.

A partir daquele momento, sempre que vou evocar aquela palavra, a mencionada experiência episódica me vem à mente, antes mesmo da tomada de consciência da evocação do significado da palavra, a qual vem logo em seguida.

Mas o que ocorreu naquela experiência e o que ocorre quando me lembro a palavra da mencionada maneira?

Resposta: eu resgato uma memória conceitual a partir de uma memória episódica!

O Prof Antonio Damásio, neurocientista e neurologista, uma das maiores autoridades da neurociência na atualidade, coloca em um dos seus livros um relato sobre uma situação na qual estava em casa e, de repente, lembrou de um antigo amigo, bem como de experiências vivenciadas com este amigo. Daí começou a estudar e analisar a causa daquela evocação espontânea. Após longas investigações, levantamento de hipóteses e estudos, ele constatou que havia feito um movimento ao andar semelhante à forma como o seu amigo andava. (“E o cérebro criou o homem”. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 168).

Ou seja, uma memória psicomotora, inclusive de forma inconsciente, levou à evocação de uma memória episódica.

Tudo bem, mas como a ideia apresentada pode ajudar nos concursos públicos?

De várias formas e, desde já, comece a pensar nisto! Aliás, a minha proposta é apresentar conceitos e provocar reflexões estratégicas e atitudes pragmáticas e utilitáriasNão é a intenção vender verdades absolutas e fórmulas mágicas fechadas, ao contrário do que há por aí, por parte dos especialistas (sem especialização) em preparação para concursos.

Mas uma sugestão importante é que, por exemplo, ao estar fazendo uma prova e precisar evocar um conceito que não consegue lembrar, tente lembrar da experiência ou situação na qual teve contato com este conceito. Como no caso da experiência acima narrada.

Por outro lado, ao tomar contato com conceitos, ou seja, ao estudar individualmente ou assistir uma aula, tenha atenção às circunstâncias, pois a evocação destas circunstancias (memória episódica) pode ajudar na evocação do conceito ou informação exigidos no momento da prova (memória conceitual).

Portanto, tende usar as memórias episódicas como uma aliada!

543450_330382563683210_301636433_nProf. Rogerio Neiva:

  • Juiz do Trabalho desde 2002
  • Procurador de Estado de junho de 1999 a agosto de 2000
  • Advogado da União (AGU) de março de 2001 a agosto de 2002
  • Professor Universitário (graduação e pós graduação) – desde de 2000
  • Professor de Cursos Preparatórios para Concursos – desde 2000
  • Pisocopedagogo com pós graduação latu sensu em psicopedagogia clínica e institucional
  • Pós Graduado latu sensu em Direito Público – UDF
  • Pós Graduado em Administração Financeira – FGV
  • Pós Graduando em Neuroaprendizagem
  • Desenvolve orientação voltada à preparação para concursos públicos, a partir de abordagem empírica e científica, trabalhando com três eixos conceituais: Planejamento, Aprendizagem e Gestão Emocional
  • Vice-Coordenador da Escola da Magistratura do Trabalho da 10ª Região – Gestão 2005/2007 e 2009/2011
  • foi membro da Comissão do Conselho Nacional de Justiça instituída para estudos sobre a Emenda Constitucional 62
  • Criador do SISTEMA TUCTOR

Autor dos Livros: