ESTUDOS

Coaching para Concursos

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 * por Ana Carolina Mendonça

coaching

Qual seu nível de confiança com sua memória? Você conhece o funcionamento dela? Você sabe que tipos de informação ficam registradas na sua memória?

 Costumo escutar pessoas falando que possuem uma memória ruim. Mas, o que realmente existe é uma memória mal treinada.

 A memória representa o produto da aprendizagem. Aquilo que foi aprendido não se esquece. No entanto, a grande maioria das coisas que vemos, lemos, sentimos, ouvimos será “descartado”, a menos que nosso cérebro interprete aquela informação como algo útil e necessário.

 A questão é que diante do edital de uma prova ou concurso público não basta verbalizar que todo aquele conteúdo deve ser aprendido, isso nãoé suficiente, se não houver um envolvimento real, emocional e cinestésico com o que será estudado.

 É comum ver pessoas questionando a extensão do conteúdo bibliográfico, reclamando enquanto estudam, se queixando pelo tempo dispendido, imaginando coisas mais interessantes que poderiam estar fazendo naquele momento ou, então, reclamando da complexidade da disciplina.

 O que essas pessoas estão comunicando ao cérebro?

 Se o estudo é desagradável, o cérebro não interpreta essas informações como importantes e relevantes para a vida e, assim, não as armazena em local de fácil recordação.

 Pense bem! Se você estivesse diante de um conhecimento que fosse mudar a sua vida, que te possibilitasse realizar seus sonhos, que fosse lhe trazer melhores condições de vida para você e sua família, você estaria reclamando e fazendo corpo mole?

 Use sua inteligência emocional a seu favor! Coloque cor, música, alegria, disposição, concentração e desafio nos seus estudos e você verá o impacto dessaaprendizagem!

  • inteligencia emocionalO interesse é o pai da memória! Esteja por inteiro naquilo que estiver fazendo, com seus sentidos atentos, pois eles levarão as informações ao cérebro.
  • Treinar a memória é antestreinar a cognição, a percepção e a atenção. Busque entender o significado de cada item estudado, bem como a relação entre eles. Tentar aprender cada um de forma isolada é agir na contramão do funcionamento natural do seu cérebro.

Não imagine que você fará um copia-e-cola do livro para sua mente. O aprendizado requer raciocínio, processamento da informação, com atenção e envolvimento.

  • Não exija tanto da sua memória! Querer cobrá-la de informações que você mesmo não deu a importância devida enquanto estudava é irracional e tende a gerar um estado de ansiedade, que só prejudicará a aprendizagem(ver artigo Confiança na Aprendizagem). Não fique se cobrando e se martirizando se algo foi esquecido.
  • Se você quer,realmente, manter um conhecimento a longo prazo: revise, revise e revise!!Como todos os recursos possíveis! Isso o fará registrar permanentemente a informação para uma fácil recordação.

Qual é a sua melhor forma de memorizar?

Aproveite a sua semana!

foto_pose_5ANA CAROLINA MENDONÇA é Master Coach com certificação nas especialidades Life e Executive Coaching, pela Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico, em parceria com a Florida Christian University. Palestrante e Articulista Semanal em Coaching. Servidora pública com atuações no Banco Central do Brasil, no Tribunal Superior do Trabalho e no Conselho Superior da Justiça do Trabalho e com experiências em Planejamento Estratégico, Escritório de Processos e Gerência de Projetos.

Contato: (61) 8413-8543 –

anacarolina@coachee.com.br  // www.coachee.com.br

**O Coaching é uma metodologia que permite você compreender melhor a sua situação atual, definir exatamente onde você quer chegar e projetar ações efetivas para alcançar os seus objetivos! Conheça mais e se surpreenda com os seus próprios resultados!!

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Washington Luís Batista Barbosa

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Sexta-Feira

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Hoje é dia de

Afiar o Machado

 

Caros Leitores,

 

Tenho insistido todas as semanas sobre a importância de um momento de parada .

Uma rotina de trabalho e de estudos tem de ser entremeada com um momento de relaxamento e descontração.

Não adianta somente correr para cortar a lenha pois, com o tempo, o desgaste da lâmina virá e o machado ficará cego. Certamente o esforço para cortar a mesma quantidade de madeira será bem maior do que no início.

Então, dedique um momento para afiar o machado, recarregue suas energias.

Para isso, dedico, semanalmente, uma música escolhida especialmente para vocês que nos acompanham diariamente.

PARE AGORA, ESCUTE, DIVIRTA-SE e

AFIE O SEU MACHADO.

Washington Barbosa

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USO DE REMÉDIOS PARA AJUDAR A CONCENTRAÇÃO

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As controvérsias no uso

de medicamentos no TDAH

(Maria Helena Fantinati)

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Indicado como primeira escolha no tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), o metilfenidato é o princípio ativo da Ritalina e do Concerta, nomes comerciais destes medicamentos.

O metilfenidato é um estimulante do sistema nervoso central, amplamente utilizado como instrumento de melhoria do desempenho cognitivo de crianças e adolescentes, sendo comumente chamado de “droga da obediência”.

No Brasil, o metilfenidato foi aprovado em 1998 para o tratamento do TDAH em crianças a partir de seis anos de idade e também  no tratamento da narcolepsia em adultos.

Dados recentes divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontam para o uso crescente do medicamento em todas as regiões do país. Considerando a faixa etária  entre 6 e 16 anos, o aumento do consumo do fármaco foi de 164% entre 2009 e 2011.

Um dado interessante deste estudo foi a constatação de que  há uma variação do consumo de acordo com o período  do ano. Assim, constatou-se que há uma  redução no uso  deste medicamento nos meses de férias e um aumento no segundo semestre dos anos estudados.

A Agência Européia de Medicamentos (EMA), através do Comittee for Medicinal Products for Human Use reavaliou em 2009 a relação do uso do metilfenidato com o aumento de riscos cardiovasculares  e cerebrovasculares, além de transtornos psiquiátricos e recomendou aos médicos maiores cuidados no diagnóstico dos pacientes e nos tratamentos de longa duração. O relatório final destacou que o tratamento não está indicado para todas as crianças com diagnóstico de TDAH e a decisão para uso do medicamento deve ser baseada em cuidadosa avaliação da gravidade e cronicidade dos sintomas da criança em relação à sua idade.

Aqui no Brasil, o Centro de Vigilância Sanitária da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo avaliou 553 notificações de suspeitas de reações adversas associadas ao uso do metilfenidato, recebidas no período de dezembro de 2004 a junho de 2013 e a análise das causas  destes relatos indicou:

a)      O uso indevido de metilfenidato em crianças menores de 06 anos: faixa etária para a qual o uso está expressamente contraindicado em bula. As reações adversas relatadas incluíram sonolência, lentidão de movimentos e atraso no desenvolvimento.

b) Em 11% dos relatos analisados observou-se a prescrição para indicações não aprovadas pela Anvisa, como depressão, ansiedade, autismo infantil, ideação suicida entre outras condições.

c) Associação entre o uso do medicamento e o aparecimento de reações adversas graves, com destaque para os eventos cardiovasculares (37,8%) como taquicardia e hipertensão, transtornos psiquiátricos (36%) como depressão, psicose e dependência, além de distúrbios do sistema neurológico como discinesia, espasmos e contrações musculares involuntárias.

d) Na faixa etária de 14 a 64 anos os eventos graves envolveram acidente vascular encefálico, instabilidade emocional, depressão, pânico, hemiplegia, espasmos, psicose e tentativa de suicídio.

e) O uso do metilfenidato pode ter contribuído para o óbito de cinco pacientes em tratamento, considerando-se que o medicamento pode causar ou agravar distúrbios psiquiátricos como depressão e ideação suicida.

f) Uso em idosos maiores de 70 anos: embora a bula dos medicamentos com metilfenidato aprovada no Brasil não faça referência ao uso nessa faixa etária, as agências reguladoras internacionais não recomendam sua prescrição em maiores de 65 anos.

Alem dos efeitos citados acima, é comum a perda do apetite, a insônia, aumento da agitação, dores abdominais, perda de peso e diminuição da estatura em crianças que fazem uso deste medicamento.

Vários estudos têm alertado para o uso indiscriminado deste medicamento.

O risco/beneficio deve ser muito bem avaliado, uma vez que os efeitos colaterais do metilfenidato podem ser muito graves.

Segundo entrevista concedida ao Portal Unicamp pela especialista no assunto, Dra Maria Aparecida A Moysés, pediatra e professora titular do departamento de pediatria da Unicamp, o uso de metilfenidato pode causar dependência química, e é classificado como um narcótico pela Drug Enforcement Administration. Segundo ela, os riscos descritos acima seriam suficientes para não indicar esta substância no tratamento da TDAH.

Um enfoque interessante dado pela pediatra é que o uso de metilfenidato em crianças hiperativas que são muito questionadoras, estaria levando a um comprometimento da capacidade de desenvolvimento da humanidade, uma vez que são elas,  através de seu modo de ser questionador, com seus sonhos e utopias que vão gerar adultos capazes de impulsionar  a busca por um mundo melhor.

FONTE: BLOG FÃS DA PSICANÁLISE

CONCURSOS NO FINAL DO ANO

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Concurseiros não devem desacelerar no fim de ano

BRINDE

 

Especialistas aconselham equilíbrio entre as comemorações e os estudos. Para quem está com a matéria em dia, a dica é aproveitar o tempo para fazer uma revisão

 

Rio – Com provas de concursos importantes já em janeiro, candidatos passarão as festas de fim de ano na companhia dos livros. No mês que antecede as provas, os estudos devem ser reforçados, mas, ainda assim, concurseiros não devem deixar de lado as comemorações. Para especialistas, o segredo é a moderação.

 

“As festas de fim de ano podem ser uma boa oportunidade para relaxar e descansar a mente”, garante o psicólogo Alexandre Maia. Porém, é importante não deixar os estudos de lado. Se o candidato já estudou tudo o que podia, a dica do psicólogo é aproveitar o momento para fazer uma revisão. O especialista explica que o concurseiro não pode esquecer que na reta final o melhor é revisar a matéria, pois reativa a memória e não cansa o cérebro, além de melhorar a autoconfiança.

 

Concurseira de primeira viagem, Amábile Lucy, 21 anos, está se preparando para fazer a prova do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em janeiro. Para garantir a aprovação, Amábile pretende manter o ritmo de estudos até a véspera da prova. “Estou muito ansiosa, porque nunca fiz concurso. Preciso me sentir preparada para não desanimar. Estou estudando desde julho e reviso a matéria em casa todos os dias. Em janeiro, vou fazer uma turma de simulados em curso preparatório”, disse.

 

Durante as festas, Amábile pretende manter o mesmo ritmo. “Já decidi que apenas cearei com a minha família no Natal, depois voltarei para meu quarto para estudar. No Ano Novo, como é mais festa, eu vou ficar em casa estudando”, explicou a concurseira.

 

Para Paulo Estrella, diretor da Academia do Concurso, a estratégia de Amábile deve ser tida como exemplo por outros candidatos. Ele argumenta: “Quem tem prova marcada para janeiro não deve mudar seu ritmo. A pessoa já passou por tanta coisa, já lutou, não pode relaxar os estudos nessa hora.”

 

‘Não deixe que uma coisa invada o tempo da outra’

 

“Parar por duas semanas significa desacelerar e, com isso, perder o ritmo”, alerta o diretor da Academia do Concurso, Paulo Estrella. “Depois que a pessoa for aprovada, com certeza terá muitas festas de fim de ano para comemorar e com salário no bolso”, incentiva ele.

 

Já o psicólogo especializado em concursos Alexandre Maia acredita que o candidato deve tentar conciliar os estudos com as comemorações. O conselho do especialista é dividir bem o tempo nessas datas, sendo parte para festas e família e parte para os estudos. O importante, ele diz, é não deixar que uma coisa invada o tempo da outra.

 

Para quem precisa viajar, a dica de Paulo Estrella é levar o material e organizar seu tempo para estudar durante a viagem. O diretor argumenta: “Sei que o frisson do fim de ano contagia, com as compras, festas, comemorações. Mas tudo isso vai ser muito melhor depois que o candidato for aprovado e tiver estabilidade”.

 

Ainda que haja disposição para estudar nessas datas, os próximos devem colaborar e incentivar. “É preciso que a família respeite o direito e a necessidade do concurseiro de estudar, mas também faça com que seu tempo de lazer seja divertido e relaxante”, ensina Estrella.

 

Fonte: O Dia