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Coaching para Concursos

Postado em Atualizado em

Por Ana Carolina Mendonça

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Qual é a qualidade do seu sono? E de sua memória?

Veja como sono e memória estão intimamente relacionadas.

Dizemos que dormimos para descansar, mas você sabia que o seu cérebro não descansa durante o sono? Pelo contrário, se mantém em plena atividade processando as informações coletadas durante a vigília, entre outras atribuições.

Pensar que dormir é perder de tempo tem-se mostrado completamente ilegítimo, o cérebro mantém-se em atividade, realiza as conexões cognitivas necessárias, além de diversas outras funções reparadoras e que propiciam equilíbrio e vitalidade.

Quem dorme mal, geralmente, tem dificuldade em lembrar-se de situações simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas próximas.

Um estudo realizado pela Faculdade Lübeck, na Alemanha, concluiu que pessoas que conseguem ter uma boa noite de sono absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir e, mais ainda, que as pessoas se lembram melhor de informações depois de uma boa noite de sono quando sabem que elas serão úteis no futuro.

Os pesquisadores realizaram dois testes de memória envolvendo 191 voluntários.

Em um deles, cada participante deveria memorizar 40 pares de palavras; o outro foi um jogo da memória envolvendo pares de cartas com figuras de objetos e animais. Logo depois, metade dos voluntários foi informada de que faria um teste 10 horas depois para avaliar sua memória em relação a essas atividades. A outra metade não foi informada antes, mas também fez o teste. Somente alguns voluntários puderam dormir durante o período entre as tarefas e a avaliação.

O experimento mostrou que quem dormiu se saiu melhor do que quem se manteve acordado, ainda que esse tivesse passado a noite estudando. E, ainda, aqueles que dormiram sabendo do teste mostraram uma melhora significativa da memória e um aumento das atividades cerebrais enquanto estavam na fase de sono profundo (enquanto dormiam, os participantes foram monitorados por meio de eletroencefalograma).

Portanto, a pesquisa ressalta, pelo menos, duas variáveis interessantes envolvidas no processo de memorização: considerar a informação útil e dormir.

Quanto à primeira, é fundamental que você atribua importância à informação. Isso significa manter-se atento e concentrado, envolver conteúdos emocionais no aprendizado e repetir algumas vezes a informação recebida a fim de transmitir ao cérebro a mensagem de que a informação é relevante e merece ser guardada.

Durante o sono, o cérebro seleciona as informações acumuladas, reforça aquilo que considera importante e descarta o supérfluo. Assim, consegue fixar os dados, informações e lições relevantes que aprendeu ao longo do dia. Então, para que o seu cérebro não descarte as suas horas de estudo, não basta que você apenas leia a matéria, mas que se envolva com ela e seu cérebro perceba que é algo relevante e merece ser guardado.

Quanto à segunda variável, as pesquisas mostram que o cérebro precisa se desligar do mundo externo para realizar o trabalho de consolidação da memória. É crucial que o organismo esteja realmente adormecido e que a pessoa atinja a fase de sono REM.

Os fisiologistas Eugene Aserinsky e Nathaniel Kleitman, da Universidade de Chicago, observaram, em 1953, que o sono humano se em dois padrões de atividade cerebral conhecidos como sono de ondas lentas e sono paradoxal ou REM. As pesquisas de Robert Stickgold, em 2000, concluíram que cada uma das fases do sono desempenha um papel fundamental para o processo de memorização, e que o desempenho das pessoas melhora após dormirem seis horas.

Descobertas recentes, como os estudos de Robert Stickgold e Jeffrey Ellenbogen, em 2007, mostram que dormir também facilita a análise ativa de novas memórias, permitindo a resolução de problemas e dedução de novas informações.

Assim, a frase “dormir e pensar no assunto” tem feito cada vez mais sentido.

Quando se passa uma noite em claro, as memórias e os insights daquele dia ficam comprometidos. O sono parece propiciar a clareza que precisamos para os desafios da vida.

O Coaching lhe fornece poderosas ferramentas, além de orientação e inspiração, que lhe auxiliarão a trilhar o caminho para o sucesso dos seus sonhos.

Experimente e se surpreenda com os resultados!

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Tempo: o seu bem mais precioso

Organizar e Aprender

Ana Carolina

*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

Contato: anacarolina@coachee.com.br  |  www.coachee.com.br

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Qual é a qualidade do seu sono? E de sua memória?

Veja como sono e memória estão intimamente relacionadas.

Dizemos que dormimos para descansar, mas você sabia que o seu cérebro não descansa durante o sono? Pelo contrário, se mantém em plena atividade processando as informações coletadas durante a vigília, entre outras atribuições.

Pensar que dormir é perder de tempo tem-se mostrado completamente ilegítimo, o cérebro mantém-se em atividade, realiza as conexões cognitivas necessárias, além de diversas outras funções reparadoras e que propiciam equilíbrio e vitalidade.

Quem dorme mal, geralmente, tem dificuldade em lembrar-se de situações simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas próximas.

Um estudo realizado pela Faculdade Lübeck, na Alemanha, concluiu que pessoas que conseguem ter uma boa noite de sono absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir e, mais ainda, que as pessoas se lembram melhor de informações depois de uma boa noite de sono quando sabem que elas serão úteis no futuro.

Os pesquisadores realizaram dois testes de memória envolvendo 191 voluntários.

Em um deles, cada participante deveria memorizar 40 pares de palavras; o outro foi um jogo da memória envolvendo pares de cartas com figuras de objetos e animais. Logo depois, metade dos voluntários foi informada de que faria um teste 10 horas depois para avaliar sua memória em relação a essas atividades. A outra metade não foi informada antes, mas também fez o teste. Somente alguns voluntários puderam dormir durante o período entre as tarefas e a avaliação.

O experimento mostrou que quem dormiu se saiu melhor do que quem se manteve acordado, ainda que esse tivesse passado a noite estudando. E, ainda, aqueles que dormiram sabendo do teste mostraram uma melhora significativa da memória e um aumento das atividades cerebrais enquanto estavam na fase de sono profundo (enquanto dormiam, os participantes foram monitorados por meio de eletroencefalograma).

Portanto, a pesquisa ressalta, pelo menos, duas variáveis interessantes envolvidas no processo de memorização: considerar a informação útil e dormir.

Quanto à primeira, é fundamental que você atribua importância à informação. Isso significa manter-se atento e concentrado, envolver conteúdos emocionais no aprendizado e repetir algumas vezes a informação recebida a fim de transmitir ao cérebro a mensagem de que a informação é relevante e merece ser guardada.

Durante o sono, o cérebro seleciona as informações acumuladas, reforça aquilo que considera importante e descarta o supérfluo. Assim, consegue fixar os dados, informações e lições relevantes que aprendeu ao longo do dia. Então, para que o seu cérebro não descarte as suas horas de estudo, não basta que você apenas leia a matéria, mas que se envolva com ela e seu cérebro perceba que é algo relevante e merece ser guardado.

Quanto à segunda variável, as pesquisas mostram que o cérebro precisa se desligar do mundo externo para realizar o trabalho de consolidação da memória. É crucial que o organismo esteja realmente adormecido e que a pessoa atinja a fase de sono REM.

Os fisiologistas Eugene Aserinsky e Nathaniel Kleitman, da Universidade de Chicago, observaram, em 1953, que o sono humano se em dois padrões de atividade cerebral conhecidos como sono de ondas lentas e sono paradoxal ou REM. As pesquisas de Robert Stickgold, em 2000, concluíram que cada uma das fases do sono desempenha um papel fundamental para o processo de memorização, e que o desempenho das pessoas melhora após dormirem seis horas.

Descobertas recentes, como os estudos de Robert Stickgold e Jeffrey Ellenbogen, em 2007, mostram que dormir também facilita a análise ativa de novas memórias, permitindo a resolução de problemas e dedução de novas informações.

Assim, a frase “dormir e pensar no assunto” tem feito cada vez mais sentido.

Quando se passa uma noite em claro, as memórias e os insights daquele dia ficam comprometidos. O sono parece propiciar a clareza que precisamos para os desafios da vida.

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*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

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Em um deles, cada participante deveria memorizar 40 pares de palavras; o outro foi um jogo da memória envolvendo pares de cartas com figuras de objetos e animais. Logo depois, metade dos voluntários foi informada de que faria um teste 10 horas depois para avaliar sua memória em relação a essas atividades. A outra metade não foi informada antes, mas também fez o teste. Somente alguns voluntários puderam dormir durante o período entre as tarefas e a avaliação.

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Portanto, a pesquisa ressalta, pelo menos, duas variáveis interessantes envolvidas no processo de memorização: considerar a informação útil e dormir.

Quanto à primeira, é fundamental que você atribua importância à informação. Isso significa manter-se atento e concentrado, envolver conteúdos emocionais no aprendizado e repetir algumas vezes a informação recebida a fim de transmitir ao cérebro a mensagem de que a informação é relevante e merece ser guardada.

Durante o sono, o cérebro seleciona as informações acumuladas, reforça aquilo que considera importante e descarta o supérfluo. Assim, consegue fixar os dados, informações e lições relevantes que aprendeu ao longo do dia. Então, para que o seu cérebro não descarte as suas horas de estudo, não basta que você apenas leia a matéria, mas que se envolva com ela e seu cérebro perceba que é algo relevante e merece ser guardado.

Quanto à segunda variável, as pesquisas mostram que o cérebro precisa se desligar do mundo externo para realizar o trabalho de consolidação da memória. É crucial que o organismo esteja realmente adormecido e que a pessoa atinja a fase de sono REM.

Os fisiologistas Eugene Aserinsky e Nathaniel Kleitman, da Universidade de Chicago, observaram, em 1953, que o sono humano se em dois padrões de atividade cerebral conhecidos como sono de ondas lentas e sono paradoxal ou REM. As pesquisas de Robert Stickgold, em 2000, concluíram que cada uma das fases do sono desempenha um papel fundamental para o processo de memorização, e que o desempenho das pessoas melhora após dormirem seis horas.

Descobertas recentes, como os estudos de Robert Stickgold e Jeffrey Ellenbogen, em 2007, mostram que dormir também facilita a análise ativa de novas memórias, permitindo a resolução de problemas e dedução de novas informações.

Assim, a frase “dormir e pensar no assunto” tem feito cada vez mais sentido.

Quando se passa uma noite em claro, as memórias e os insights daquele dia ficam comprometidos. O sono parece propiciar a clareza que precisamos para os desafios da vida.

O Coaching lhe fornece poderosas ferramentas, além de orientação e inspiração, que lhe auxiliarão a trilhar o caminho para o sucesso dos seus sonhos.

Experimente e se surpreenda com os resultados!

VEJA MAIS SOBRE COACHING:

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Ana Carolina

*ANA CAROLINA MENDONÇA é uma eterna aprendiz, entusiasta pela mente e capacidades humanas. Master Coach Integral Sistêmico, certificada pela Florida Christian University. Palestrante. Articulista semanal. Contadora, com experiências na Administração Pública em Planejamento Estratégico, Auditoria, Escritório de Processos e Gerência de Projetos. Atualmente aprofunda seus conhecimentos nas áreas da Psicologia e Neurociência.

Contato: anacarolina@coachee.com.br  |  www.coachee.com.br

TJDFT – Estratégia de Estudo

Postado em

Por Washington Barbosa

TJ

ATÉ A SUA CERIMÔNIA DE POSSE!

 

Veja também:

Concurso TJDFT 2015

TJDFT – 580 Novos Cargos e Funções

Estratégias para Estudar para o TJDFT

Traduzindo o Edital CNMP

O CNMP na Constituição

 

wasWASHINGTON LUÍS BATISTA BARBOSA é especialista em Direito Público e em Direito do Trabalho, MBA Marketing e MBA Formação para Altos Executivos;

Desempenhou várias funções na carreira pública e privada, dentre as quais: Assessoria Jurídica da Diretoria Geral e Assessoria Técnica da Secretaria Geral da Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, Diretor Fiscal da Procuradoria Geral do Governo do Distrito Federal, Cargos de Alta Administração no Conglomerado Banco do Brasil.

Coordenador de Cursos Jurídicos de pós-graduação e preparatórios para concursos públicos

Editor dos blogs www.washingtonbarbosa.comwww.twitter.com/wbbarbosa, e https://www.facebook.com/washingtonbarbosa.professor

Autor de vários artigos publicados em revistas especializadas

Caminhos para se preparar

Postado em Atualizado em

Por Alvaro de Azevedo Gonzaga

OAB

Recentemente, a Fundação Getúlio Vargas, em seu núcleo de concursos, revelou dados importantes para muitas pessoas. Trata-se de alguns dados relativos a faculdades, matrículas, inscrições no Exame de Ordem, bem como as reprovações em tal certame.

Esse relatório é como um manual de instruções, ou uma radiografia feita do II ao XIII Exame Nacional de Ordem. Serve como base tanto para professores e acadêmicos de cursos de direito, quanto a professores de cursos preparatórios e candidatos que prestam o Exame de Ordem.

Quem trabalha com estatística sabe que os dados apresentados em alguns tópicos são insuficientes para desenvolvermos conclusões definitivas. De qualquer maneira, temos revelado importantes indicativos para que possamos desenhar melhor ainda nossos caminhos no “preparar” para o Exame de Ordem.

Vamos a alguns dados.

A média de aprovação continua média no Exame de Ordem

tabela 1

17,5% – este é o numero médio de aprovados nos últimos onze exames. O pior cenário que tivemos foi no IX Exame (apenas 11,4% de aprovados) e o melhor foi no certame seguinte, X Exame, com 28,1% de aprovados.

O índice de aprovação dos candidatos revela-se menor, mas não tanto quanto os dos exames anteriores, organizados pelo CESPE/UNB. Mas esse índice pode nos levar a alguns problemas a serem detectados, são eles:

1.   inflacionamento do número de advogados. Em 2004, tínhamos cerca de 415 mil advogados no Brasil; hoje, 2015, temos mais de 850 mil;

2.   inflacionamento dos cursos de Direito. O Brasil tem mais de 1,1 mil faculdades de Direito, enquanto o mundo tem menos de 1,1 mil, ou seja, temos mais faculdades de Direito no Brasil que o mundo todo;

3.   o Exame ficou mais difícil;

4.   a qualidade do preparo dos alunos, com grande quantidades de materiais e videoaulas de valor duvidoso e sem qualquer metodologia.

Os dois últimos motivos são os que mais me preocupam e com o qual podemos contribuir com os estudos dos alunos. De fato, a inserção de novas matérias e a redução do número de testes reduz a possibilidade de expansão temática em determinadas matérias tidas como essenciais. Penso que, com relação a esse tema, a OAB deveria ampliar a quantidade de questões para 100 testes novamente, elaborar questões mais curtas e apresentar no edital do Exame o temário das matérias que não são exigidas na segunda fase, como Direitos Humanos e Filosofia do Direito.

Com relação ao último motivo, penso que não adianta acumular no computador um amontoado de material para não estudá-lo ou não lê-lo. É preciso ter um direcionamento de estudo.

O vilão da segunda fase pode ser não saber escolher

tabela 2

Essa é a tabela dos candidatos aprovados na segunda fase por sua área de escolha.

Ouço alguns folclores nos corredores de faculdades e cursinhos que basicamente profetizam o seguinte:

A melhor área para se prestar na segunda fase é Penal ou Trabalho, isso porque são matérias do dia a dia, vemos situações de violência reportadas cotidianamente, bem como estabelecemos relações laborais constantemente. Isso gera uma falsa aderência natural para o candidato que escolhe essas matérias.

Dos folclores negativos, embora também envolvam relações cotidianas, temos o Direito Civil como líder. Quando alguém diz que irá prestar Civil na segunda fase:

Você é louco? Civil? Você tem ideia de quantas peças existem em civil?

Parece-nos que essa tabela sugere outra realidade, ao menos que prestar Trabalho ou Penal deve ser a opção daqueles que têm aderência natural à matéria. Inscrever-se nessas matérias sem qualquer aderência ou por uma visão parcial do que é a prova pode ser um erro. Mas não podemos perder o foco de que essas são as duas matérias mais procuradas, muitas vezes por candidatos indecisos ou que não tiveram um preparo adequado ao longo de sua graduação, inclusive.

Já em Direito Civil, que é líder de crítica é vice-líder de aprovação, não resta dúvida de que os candidatos que prestam essa disciplina têm aderência muito grande ao tema, haja vista o processo de desencorajamento realizado.

É preciso notar que aquelas matérias vistas como “novas” (Empresarial, Administrativo e Constitucional) vêm tendo um bom desempenho nos últimos exames, embora Empresarial, que teve um índice de quase 33% de aprovados no VI Exame, tenha obtido, no XIII certame, um índice baixíssimo, apenas 1,8%, o que também mostra uma sazonalidade na reprovação.

Contudo, essa tabela é encorajadora em Constitucional, que está não apenas no topo das normas, mas também no topo das aprovações: lidera praticamente todos os Exames, chegando a incríveis 41% no VII Exame. Um dado curioso é que Constitucional é uma das matérias menos procuradas para a segunda fase, segundo a própria OAB.

Não quero ser simplista dizendo que a melhor área para prestar na segunda fase é Direito Constitucional; quero que o aluno escolha sua área não pela simpatia a um professor, ou a um folclore, mas sim por sua aderência à matéria quando da sua escolha.

Como disse na abertura deste breve texto, temos aqui uma radiografia do Exame de Ordem. Para termos conclusões definitivas, provavelmente precisaríamos de uma tomografia computadorizada. Mas enquanto não temos toda essa tecnologia por parte da OAB, seguimos diagnosticando com os exames que nos são dados.

Revista Consultor Jurídico, 14 de janeiro de 2015, 9h44

Alvaro de Azevedo Gonzaga é advogado, é Pós-Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa e Universidade de Coimbra. Professor concursado da PUC/SP. Professor e coordenador da OAB no Curso Fórum.

Veja também:

Agenda OAB 2015

Concursos 2015

Traduzindo o Edital CNMP

O CNMP na Constituição

A Análise do Edital DPU (Parte I)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte I)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte II)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte III)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte IV)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte V)

 

 

Coaching para Concursos

Postado em Atualizado em

* por Ana Carolina Mendonça

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Hoje é cada vez mais comum pessoas reclamarem que o tempo está passando rápido demais. E, ainda mais, muitas sentem que estão perdendo tempo, mas não sabem como aproveitá-lo melhor.

Por que será? Você já parou para refletir sobre as atividades do seu dia e analisar com o que, exatamente, você está utilizando o seu tempo?

 Conforme dizia Einstein, a vida mantém uma velocidade constante de 60 minutos por hora. Então, por que temos a impressão de que a vida está cada vez mais acelerada?

Reflita comigo: em que situação o tempo parece passar mais depressa: a) quando você está parado, sem fazer nada, possivelmente esperando alguém ou alguma coisa; ou b) quando está realizando uma série de atividades?

Vemos que a sensação de velocidade do tempo tem relação direta com a quantidade de atividades realizadas e de informações disponíveis. Assim, no mundo de hoje, em que estamos imersos em informações e que somos exigidos realizar cada vez mais, sentimos como se o tempo passasse mais rápido.

Por outro lado, você já passou pela situação de chegar ao final do dia com a impressão de não ter feito nada, apesar de efetivamente ter realizado várias atividades? E já chegou ao final de uma semana com o sentimento de que nada de mais aconteceu? Isso muitas das vezes acontece porque temos uma propensão a registrar na nossa memória apenas as atividades “importantes” que realizamos. A sensação de perda de tempo decorre exatamente do desalinhamento entre o uso do seu tempo e seus objetivos de vida.

Sobre o assunto, a Tríade do Tempo, proposta por Christian Barbosa, em seu livro que leva o mesmo nome, nos convida a categorizarmos nossas atividades diárias em três grupos: Importante, Circunstancial ou Urgente. A tríade se difere de outras metodologias de gerenciamento do tempo por não prever interseção entre os grupos, o que equivale dizer, por exemplo, que uma mesma atividade não é simultaneamente importante e urgente ou importante e circunstancial.

As atividades importantes são aquelas que produzem resultados positivos, estão alinhadas aos seus propósitos de vida e geram equilíbrio físico, mental, espiritual e emocional; as atividades urgentes são aquelas que devem ser realizadas imediatamente, elas “furam fila”; e as circunstanciais são aquelas que estão desalinhadas aos seus propósitos e não geram resultados, as pessoas as realizam ou porque não definiram suas metas, ou para agradar outras pessoas e por não saberem dizer não, ou por tudo isso junto.

Quanto do seu tempo semanal você está utilizando para aquilo que é realmente importante?

Lembre-se que tudo o que realizamos que se difere do que é importante gera uma sensação de perda de tempo, de desalinho e até mesmo de frustração ao longo da vida. Assim, convido você a conhecer mais acerca de si mesmo, a refletir sobre quais são seus valores e objetivos de vida, quais são suas metas e qual a melhor estratégia para atingi-los. Convido você a viver o seu melhor lado, a sua plenitude e você verá que o tempo começará a andar ao seu favor e os mesmos 60 minutos por hora parecerão render muito mais!

 A VIDA É CURTA DEMAIS PARA PERDERMOS TEMPO COM O QUE NÃO É IMPORTANTE!

AJA CONFORME OS SEUS PROPÓSITOS E VIVA O SEU MELHOR!

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ANA CAROLINA MENDONÇA é Master Coach com certificação nas especialidades Life e Executive Coaching, pela Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico, em parceria com a Florida Christian University. Palestrante e Articulista Semanal em Coaching. Servidora pública com atuações no Banco Central do Brasil, no Tribunal Superior do Trabalho e no Conselho Superior da Justiça do Trabalho e com experiências em Planejamento Estratégico, Escritório de Processos e Gerência de Projetos.

Contato: (61) 8413-8543

anacarolina@coachee.com.br  // www.coachee.com.br

**O Coaching é uma metodologia que permite você compreender melhor a sua situação atual, definir exatamente onde você quer chegar e projetar ações efetivas para alcançar os seus objetivos! Conheça mais e se surpreenda com os seus próprios resultados!!

Coaching para Concursos

Postado em Atualizado em

*por Ana Carolina Mendonça

coaching

Quando acontece algo fora dos seus planos, como você reage? Quando a ação de outra pessoa resulta em uma completa alteração de planejamento, como você se sente?

Tenha sempre em mente que 10% da sua vida está relacionado com as circunstâncias que ocorrem a você, independentemente da sua vontade, e os outros 90% estão relacionados com a forma como você reage ao que se passa com você.

Assim,o Princípio 10/90 nos diz que podemos não estar em pleno controle sobre 10% do que nos acontece, fruto das circunstâncias, como: estar chovendo, o fornecimento de energia ser interrompido, o sinal de trânsito ficar vermelho, a via engarrafar, o pneu do carro furar, o avião atrasar… Mas, é você, unicamente você, quem determinará os outros 90%. Como? Com a sua reação.

 É possível que um dia você esteja tomando o café da manhã, quando seu filho, ao pegar a xícara, deixa o café cair na sua camisa branca de trabalho. Você não tem controle sobre isto, mas o que acontecerá em seguida será determinado por sua reação.

Então, você se irrita. Repreende o menino e ele começa a chorar. Aí você é grosseiro com a sua esposa porque ela colocou a xícara na beirada da mesa. E decorre daí uma batalha verbal! Contrariado, você vai mudar de camisa. Quando volta percebe que o filho acabou perdendo o ônibus para a escola. A esposa vai para o trabalho, também contrariada. Você tem de levar seu filho para a  escola. Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é multado. Chegam, e  o filho sai do carro sem se despedir.Ao chegar atrasado no escritório, você percebe que esqueceu a pasta!

Definitivamente o dia começou mal e, nesse compasso, ele só tende a piorar. Quando, enfim, o dia termina e você volta para casa, todos na sua família estão com a cara fechada, silenciosos e frios com você.

Mas,por que seu dia foi péssimo? Qual foi a causa?

A) o café?

B) seu filho?


C) sua esposa?

D) a multa?


E) sua reação?

A resposta correta, óbvio, é a E! Por causa de sua reação no café da manhã!Pense bem:Você não teve controle sobre o que aconteceu, mas poderia ter reagido de forma diferente.

 Você diz ao seu filho: “Está bem, você só precisa ter mais cuidado”.

Depois de pegar outra camisa e a pasta, você olha pela janela e o vê pegando o ônibus. Dá um sorriso e ele retribui, dando um tchau!

 Notou a diferença?

Duas situações iguais que terminam muito diferente. Por quê? Porque os outros 90% são determinados por sua reação.

 BONS ESTUDOSCom os estudos será a mesma coisa!No trânsito engarrafado, você pode escutar uma áudio aula ou ficar emburrado. Na biblioteca, ter uma pessoa ao seu lado barulhenta e atrapalhada pode te exercitar a concentração para o dia da prova. Se no meio dos estudos ficou doente, pode dedicar suas energias para se tratar o mais breve possível, ou gastar seu tempo lamentando que essas coisas só acontecem com você.Se o seu vôo está atrasado, você pode discutir com o atendente do aeroporto ou aproveitar o tempo para ler e revisar a matéria.

 Por que permitir que comentários negativos te afetem? Não arruíne o seu dia!

 E você, como reage nesses tipos de situações?

Compartilhe suas atitudes positivas e dicas no campo comentários!

Ótima semana!

 

foto_pose_5ANA CAROLINA MENDONÇA é Master Coach com certificação nas especialidades Life e Executive Coaching, pela Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico, em parceria com a Florida Christian University. Palestrante e Articulista Semanal em Coaching. Servidora pública com atuações no Banco Central do Brasil, no Tribunal Superior do Trabalho e no Conselho Superior da Justiça do Trabalho e com experiências em Planejamento Estratégico, Escritório de Processos e Gerência de Projetos.

Contato: (61) 8413-8543 – anacarolina@coachee.com.br  //  www.coachee.com.br

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