Estados

Direito Constitucional

Postado em Atualizado em

Por Carlos Mendonça

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Estados da Federação – Os estados devem seguir a Constituição Federal, a Constituição Estadual e os seguintes princípios:

  1. Princípios Estabelecidos: artigo 25 da CF – são regras previstas na CF destinadas aos Estados. Ex.: número de deputados estaduais será o triplo do número de deputados federais e atingido o número de 36 serão acrescidos tantos quantos forem os deputados federais acima de 12.
  1. Princípio da Simetria: são regras da CF para a UNIÃO, mas que devem ser seguidas pelos Estados. Ex.: regras do Processo Legislativo.

OBS.: o STF decidiu que não há simetria na eleição indireta para Governador e Prefeito, assim, cada ente decidi se o voto pode ser aberto ou fechado.

OBS.: Não há simetria para os estados na imunidade do presidente, sendo assim governador pode ser preso.

  1. Princípios Sensíveis: art. 34, VII da CF – são aqueles cujo descumprimento acarreta intervenção federal. Ex. forma de governo republicana.

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Carlos Mendonça é Procurador Federal,

Professor da Pós Graduação da UDF e

professor do Instituto de Capacitação Capacitada – ICA.

 

Veja Também:

Evolução do Estado de Direito

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Federalismo Fiscal – Parte 1

FICHA LIMPA CONSTITUCIONAL

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Art. 21, 22, 23 e 24 da CF

Competência Exclusiva / Material / Administrativa – competência da UNIÃO para fazer voltadas ao interesse nacional, é indelegável, estampada no art. 21 da CF, com um extenso rol, contendo 25 incisos. (LEITURA OBRIGATÓRIA!)

Competência Privativa – prevista no art. 22 da CF, competência para legislar sobre normas gerais. LEITURA OBRIGATÓRIA!

Súmula vinculante 46-STF: A definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são da competência legislativa privativa da União. STF. Plenário. Aprovada em 09/04/2015 (Info 780).

Competência Comum – prevista no art. 23 da CF, também é uma competência material ou administrativa, competência para fazer.

DICA: quanto mais gente fazer melhor, ex.: guardar pela constituição; zelar pelas leis; cuidar da saúde proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência.

Competência Concorrente – prevista no art. 24 da CF, com um rol menor de incisos, é dada a UNIÃO, ESTADOS e DF, veja que o  MUNICÍPIO não está presente. No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

CUIDADO:

Art. 22 – Competência Privativa para Legislar da União

XXI – normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares;

XXVII – normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, obedecido o disposto no art. 37, XXI, e para as empresas públicas e sociedades de economia mista, nos termos do art. 173, §1º, III;

PEGA DE PROVA:

APESAR DE NA LEGISLAÇÃO CONCORRENTE A UNIÃO EDITAR NORMAS GERAIS ESSAS DUAS NORMAS GERAIS DESCRITAS ACIMA, SÃO DE COMPETÊNCIA PRIVATIVA DA UNIÃO.

A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados, do DF e nem dos Municípios. Apesar dos Municípios não estarem incluídos nesta regra de competência concorrente, eles podem suplementar a legislação federal e a estadual no que couber, conforme previsão expressa no art. 30, II, da Art. 30. Compete aos Municípios:

I – legislar sobre assuntos de interesse local;

II – suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;

Inexistindo lei federal, Estados e DF poderão legislar de forma plena, todavia, no caso de superveniência de uma lei federal, a lei federal irá suspender a lei estadual, distrital no que lhe for contrário.

O STF denominou essa eficácia suspensiva de efeito paralisante, conforme classificação alemã, uma vez que pode uma lei federal revogar uma lei estadual.

DICAS:

 A competência da UNIÃO é taxativa;

 A competência dos Municípios também é taxativa;

 A competência dos Estados é residual, ou seja, se não é

 Já o DF é um misto de Estado e de Município, então parte de

 A repartição de competência é feita levando em conta a competência da União nem dos Municípios, então a competência recai sobre os Estados; sua competência já está expressa, quando o DF atua como Município, e quando o DF atua como Estado a sua competência é residual; preponderância dos interesses, assim se o interesse é local a competência é dos municípios, já se o interesse é nacional competência é da UNIÃO, se o interesse é regional, a competência é dos Estados e do DF;

 Existem duas competências expressas dos Estados, que é a criação de região metropolitana por lei complementar, e o serviço de gás canalizado, que não pode ser regulamentado por meio de medida provisória;

 A palavra DIRETRIZ indica competência da UNIÃO;

 A palavra NACIONAL também indica competência da UNIÃO.

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  1. Princípios Estabelecidos: artigo 25 da CF – são regras previstas na CF destinadas aos Estados. Ex.: número de deputados estaduais será o triplo do número de deputados federais e atingido o número de 36 serão acrescidos tantos quantos forem os deputados federais acima de 12.
  1. Princípio da Simetria: são regras da CF para a UNIÃO, mas que devem ser seguidas pelos Estados. Ex.: regras do Processo Legislativo.

OBS.: o STF decidiu que não há simetria na eleição indireta para Governador e Prefeito, assim, cada ente decidi se o voto pode ser aberto ou fechado.

OBS.: Não há simetria para os estados na imunidade do presidente, sendo assim governador pode ser preso.

  1. Princípios Sensíveis: art. 34, VII da CF – são aqueles cujo descumprimento acarreta intervenção federal. Ex. forma de governo republicana.

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Art. 21, 22, 23 e 24 da CF

Competência Exclusiva / Material / Administrativa – competência da UNIÃO para fazer voltadas ao interesse nacional, é indelegável, estampada no art. 21 da CF, com um extenso rol, contendo 25 incisos. (LEITURA OBRIGATÓRIA!)

Competência Privativa – prevista no art. 22 da CF, competência para legislar sobre normas gerais. LEITURA OBRIGATÓRIA!

Súmula vinculante 46-STF: A definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são da competência legislativa privativa da União. STF. Plenário. Aprovada em 09/04/2015 (Info 780).

Competência Comum – prevista no art. 23 da CF, também é uma competência material ou administrativa, competência para fazer.

DICA: quanto mais gente fazer melhor, ex.: guardar pela constituição; zelar pelas leis; cuidar da saúde proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência.

Competência Concorrente – prevista no art. 24 da CF, com um rol menor de incisos, é dada a UNIÃO, ESTADOS e DF, veja que o  MUNICÍPIO não está presente. No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

CUIDADO:

Art. 22 – Competência Privativa para Legislar da União

XXI – normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares;

XXVII – normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, obedecido o disposto no art. 37, XXI, e para as empresas públicas e sociedades de economia mista, nos termos do art. 173, §1º, III;

PEGA DE PROVA:

APESAR DE NA LEGISLAÇÃO CONCORRENTE A UNIÃO EDITAR NORMAS GERAIS ESSAS DUAS NORMAS GERAIS DESCRITAS ACIMA, SÃO DE COMPETÊNCIA PRIVATIVA DA UNIÃO.

A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados, do DF e nem dos Municípios. Apesar dos Municípios não estarem incluídos nesta regra de competência concorrente, eles podem suplementar a legislação federal e a estadual no que couber, conforme previsão expressa no art. 30, II, da Art. 30. Compete aos Municípios:

I – legislar sobre assuntos de interesse local;

II – suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;

Inexistindo lei federal, Estados e DF poderão legislar de forma plena, todavia, no caso de superveniência de uma lei federal, a lei federal irá suspender a lei estadual, distrital no que lhe for contrário.

O STF denominou essa eficácia suspensiva de efeito paralisante, conforme classificação alemã, uma vez que pode uma lei federal revogar uma lei estadual.

DICAS:

 A competência da UNIÃO é taxativa;

 A competência dos Municípios também é taxativa;

 A competência dos Estados é residual, ou seja, se não é

 Já o DF é um misto de Estado e de Município, então parte de

 A repartição de competência é feita levando em conta a competência da União nem dos Municípios, então a competência recai sobre os Estados; sua competência já está expressa, quando o DF atua como Município, e quando o DF atua como Estado a sua competência é residual; preponderância dos interesses, assim se o interesse é local a competência é dos municípios, já se o interesse é nacional competência é da UNIÃO, se o interesse é regional, a competência é dos Estados e do DF;

 Existem duas competências expressas dos Estados, que é a criação de região metropolitana por lei complementar, e o serviço de gás canalizado, que não pode ser regulamentado por meio de medida provisória;

 A palavra DIRETRIZ indica competência da UNIÃO;

 A palavra NACIONAL também indica competência da UNIÃO.

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  1. Princípios Estabelecidos: artigo 25 da CF – são regras previstas na CF destinadas aos Estados. Ex.: número de deputados estaduais será o triplo do número de deputados federais e atingido o número de 36 serão acrescidos tantos quantos forem os deputados federais acima de 12.
  1. Princípio da Simetria: são regras da CF para a UNIÃO, mas que devem ser seguidas pelos Estados. Ex.: regras do Processo Legislativo.

OBS.: o STF decidiu que não há simetria na eleição indireta para Governador e Prefeito, assim, cada ente decidi se o voto pode ser aberto ou fechado.

OBS.: Não há simetria para os estados na imunidade do presidente, sendo assim governador pode ser preso.

  1. Princípios Sensíveis: art. 34, VII da CF – são aqueles cujo descumprimento acarreta intervenção federal. Ex. forma de governo republicana.

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Art. 21, 22, 23 e 24 da CF

Competência Exclusiva / Material / Administrativa – competência da UNIÃO para fazer voltadas ao interesse nacional, é indelegável, estampada no art. 21 da CF, com um extenso rol, contendo 25 incisos. (LEITURA OBRIGATÓRIA!)

Competência Privativa – prevista no art. 22 da CF, competência para legislar sobre normas gerais. LEITURA OBRIGATÓRIA!

Súmula vinculante 46-STF: A definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento são da competência legislativa privativa da União. STF. Plenário. Aprovada em 09/04/2015 (Info 780).

Competência Comum – prevista no art. 23 da CF, também é uma competência material ou administrativa, competência para fazer.

DICA: quanto mais gente fazer melhor, ex.: guardar pela constituição; zelar pelas leis; cuidar da saúde proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência.

Competência Concorrente – prevista no art. 24 da CF, com um rol menor de incisos, é dada a UNIÃO, ESTADOS e DF, veja que o  MUNICÍPIO não está presente. No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.

CUIDADO:

Art. 22 – Competência Privativa para Legislar da União

XXI – normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares;

XXVII – normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, obedecido o disposto no art. 37, XXI, e para as empresas públicas e sociedades de economia mista, nos termos do art. 173, §1º, III;

PEGA DE PROVA:

APESAR DE NA LEGISLAÇÃO CONCORRENTE A UNIÃO EDITAR NORMAS GERAIS ESSAS DUAS NORMAS GERAIS DESCRITAS ACIMA, SÃO DE COMPETÊNCIA PRIVATIVA DA UNIÃO.

A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados, do DF e nem dos Municípios. Apesar dos Municípios não estarem incluídos nesta regra de competência concorrente, eles podem suplementar a legislação federal e a estadual no que couber, conforme previsão expressa no art. 30, II, da Art. 30. Compete aos Municípios:

I – legislar sobre assuntos de interesse local;

II – suplementar a legislação federal e a estadual no que couber;

Inexistindo lei federal, Estados e DF poderão legislar de forma plena, todavia, no caso de superveniência de uma lei federal, a lei federal irá suspender a lei estadual, distrital no que lhe for contrário.

O STF denominou essa eficácia suspensiva de efeito paralisante, conforme classificação alemã, uma vez que pode uma lei federal revogar uma lei estadual.

DICAS:

 A competência da UNIÃO é taxativa;

 A competência dos Municípios também é taxativa;

 A competência dos Estados é residual, ou seja, se não é

 Já o DF é um misto de Estado e de Município, então parte de

 A repartição de competência é feita levando em conta a competência da União nem dos Municípios, então a competência recai sobre os Estados; sua competência já está expressa, quando o DF atua como Município, e quando o DF atua como Estado a sua competência é residual; preponderância dos interesses, assim se o interesse é local a competência é dos municípios, já se o interesse é nacional competência é da UNIÃO, se o interesse é regional, a competência é dos Estados e do DF;

 Existem duas competências expressas dos Estados, que é a criação de região metropolitana por lei complementar, e o serviço de gás canalizado, que não pode ser regulamentado por meio de medida provisória;

 A palavra DIRETRIZ indica competência da UNIÃO;

 A palavra NACIONAL também indica competência da UNIÃO.

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Estados da Federação – Os estados devem seguir a Constituição Federal, a Constituição Estadual e os seguintes princípios:

  1. Princípios Estabelecidos: artigo 25 da CF – são regras previstas na CF destinadas aos Estados. Ex.: número de deputados estaduais será o triplo do número de deputados federais e atingido o número de 36 serão acrescidos tantos quantos forem os deputados federais acima de 12.
  1. Princípio da Simetria: são regras da CF para a UNIÃO, mas que devem ser seguidas pelos Estados. Ex.: regras do Processo Legislativo.

OBS.: o STF decidiu que não há simetria na eleição indireta para Governador e Prefeito, assim, cada ente decidi se o voto pode ser aberto ou fechado.

OBS.: Não há simetria para os estados na imunidade do presidente, sendo assim governador pode ser preso.

  1. Princípios Sensíveis: art. 34, VII da CF – são aqueles cujo descumprimento acarreta intervenção federal. Ex. forma de governo republicana.

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Quanto ganham os advogados de empresa no Brasil?

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Remuneração em 23 Estados

São Paulo – Mato Grosso, São Paulo e Distrito Federal são os estados onde os advogados de empresas têm os maiores salários no Brasil.

O dado foi extraído da ferramenta online “Salariômetro”, criada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e alimentada por informações do CAGED, do Ministério do Trabalho e do Emprego.

A profissão pesquisada é a de número 241010 na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações). A remuneração média de admissão para dvogado empresarial é calculada com base em informações de contratações no período entre junho e novembro de 2014.

Clique nas fotos para ver a lista. Alagoas, Roraima e Tocantins não aparecem porque a ferramenta não inclui dados sobre a profissão nesses estados.

Minas Gerais

Salário médio de admissão: 4.237 reais
Base de cálculo: 90 contratações entre junho e novembro de 2014

Paraná

Salário médio de admissão: 4.388 reais
Base de cálculo: 38 contratações entre junho e novembro de 2014

Bahia

Salário médio de admissão: 2.776 reais
Base de cálculo: 18 contratações entre junho e novembro de 2014

Distrito Federal

Salário médio de admissão: 5.946 reais
Base de cálculo: 24 contratações entre junho e novembro de 2014

Goiás

Salário médio de admissão: 2.978 reais
Base de cálculo: 16 contratações entre junho e novembro de 2014

Mato Grosso

Salário médio de admissão: 6.491 reais
Base de cálculo: 6 contratações entre junho e novembro de 2014

Mato Grosso do Sul

Salário médio de admissão: 3.244 reais
Base de cálculo: 7 contratações entre junho e novembro de 2014

Rio de Janeiro

Salário médio de admissão: 5.909 reais
Base de cálculo: 94 contratações entre junho e novembro de 2014

Espírito Santo

Salário médio de admissão: 2.714 reais
Base de cálculo: 8 contratações entre junho e novembro de 2014

Maranhão

Salário médio de admissão: 3.994 reais
Base de cálculo: 2 contratações entre junho e novembro de 2014

Ceará

Salário médio de admissão: 3.320 reais
Base de cálculo: 26 contratações entre junho e novembro de 2014

Santa Catarina

Salário médio de admissão: 3.051 reais
Base de cálculo: 20 contratações entre junho e novembro de 2014

Pará

Salário médio de admissão: 4.901 reais
Base de cálculo: 10 contratações entre junho e novembro de 2014

São Paulo

Salário médio de admissão: 6.177 reais
Base de cálculo: 408 contratações entre junho e novembro de 2014

Rio Grande do Sul

Salário médio de admissão: 3.081 reais
Base de cálculo: 57 contratações entre junho e novembro de 2014

Rio Grande do Norte

Salário médio de admissão: 3.037 reais
Base de cálculo: 4 contratações entre junho e novembro de 2014

Amapá

Salário médio de admissão: 2.200 reais
Base de cálculo: 1 contratação entre junho e novembro de 2014

Paraíba

Salário médio de admissão: 3.068 reais
Base de cálculo: 6 contratações entre junho e novembro de 2014

Piauí

Salário médio de admissão: 2.500 reais
Base de cálculo: 1 contratação entre junho e novembro de 2014

Acre

Salário médio de admissão: 3.429 reais
Base de cálculo: 2 contratações entre junho e novembro de 2014

Pernambuco

Salário médio de admissão: 3.911 reais
Base de cálculo: 17 contratações entre junho e novembro de 2014

Sergipe

Salário médio de admissão: 3.663 reais
Base de cálculo: 3 contratações entre junho e novembro de 2014

Rondônia

Salário médio de admissão: 1.650 reais
Base de cálculo: 1 contratação entre junho e novembro de 2014.

Fonte: Exame.com

 

Veja também:

Oportunidades para as Carreiras Jurídicas

Concursos 2015

Traduzindo o Edital CNMP

O CNMP na Constituição

A Análise do Edital DPU (Parte I)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte I)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte II)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte III)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte IV)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte V)

wasWASHINGTON LUÍS BATISTA BARBOSA é especialista em Direito Público e em Direito do Trabalho, MBA Marketing e MBA Formação para Altos Executivos;

Desempenhou várias funções na carreira pública e privada, dentre as quais: Assessoria Jurídica da Diretoria Geral e Assessoria Técnica da Secretaria Geral da Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, Diretor Fiscal da Procuradoria Geral do Governo do Distrito Federal, Cargos de Alta Administração no Conglomerado Banco do Brasil.

Coordenador de Cursos Jurídicos de pós-graduação e preparatórios para concursos públicos

Editor dos blogs www.washingtonbarbosa.comwww.twitter.com/wbbarbosa, e https://www.facebook.com/washingtonbarbosa.professor

Autor de vários artigos publicados em revistas especializadas.

 

 

Direito Constitucional

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 Const

 

 

 

 

 

 

 

 

Art.18 ao 43 CF/88:

A organização política e administrativa da república federativa do Brasil compreende: a União, os estados, o DF e os Municípios.

União – território pertence à União;

Território – são áreas administradas pela União, ou seja, é uma espécie de autarquia federal, é criado da mesma forma que um estado – plebiscito mais LC;

Estados – serão criados por LC após consulta prévia a população diretamente interessada – plebiscito;

República – Forma de governo; como o governo se relaciona com seu povo:

  •  Todos são iguais perante a lei;
  • O poder é exercido de forma alternada se não será uma monarquia;
  •  O poder é exercido com responsabilidade (crimes de responsabilidade);
  • Prestação de contas;

Federação – Forma de Estado, cláusula pétrea, foi Adotada na CF de 1891.

Soberania: é exercida pela União em nome da República Federativa do Brasil – é o Estado Federal.

Origem: Estados Unidos da América.

Federação: Constituição; autonomia de governo, administrativa e organizacional – vedado à secessão.

Confederação: Tratado Internacional, soberania dos países é possível à secessão.

Características da Federação:

  • Repartição de competências
  • Constituição rígida
  • Sistema parlamentar bicameral
  • Autonomia dos entes políticos
  • Repartição tributária

Fundamentos da República:

SOCIDIVAPLU

I – Soberania popular;

II – Cidadania;

III – Dignidade da pessoa humana;

IV – Valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

V – Pluralismo político.

Objetivos Fundamentais da República – verbos:

CONGAERPRO

I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II – garantir o desenvolvimento nacional;

III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

– Separação dos Poderes:

Os americanos criaram a teoria dos pesos e contrapesos de forma a permitir que um poder controle o outro através das funções atípicas.

– Funções Típicas:

Executivo – administrar;

Legislativo – elaborar leis e fiscalizar;

Judiciário – Julgar.

– Funções Atípicas:

Executivo – poder de veto;

Legislativo – aprovação dos magistrados escolhidos pelo presidente;

Judiciário – controle de constitucionalidade.

Veja Também:

Precatórios

Questões sobre Direito Constitucional

Nacionalidade

Remédios Constitucionais

Questões Comentadas 

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