aprovação

2ª Fase OAB

Postado em Atualizado em

OAB peg

Esta é uma indicação essencial para você que está estudando para a Segunda Fase do Exame de Ordem, para Direito do Trabalho. Trata-se de um curso preparatório com professores altamente especializados: Rogério Neiva – Juiz do Trabalho (Prática – Peças); e o professor Gáudio Ribeiro de Paula – Assessor de Ministro do TST (aulas de Direito Material e Processual do Trabalhista).

E você pode estar se perguntando: qual o diferencial desse curso preparatório?

– Aulas quem com quem possui vasta experiência e notório conhecimento da matéria;

– Curso exclusivamente presencial;

– Elaboração de peças em sala de aula, com acompanhamento do professor;

Metodologia própria e diferenciada, para identificação e elaboração de peças, com resultados comprovados;

– Professores com mais de 10 anos de experiência na preparação para a Segunda Fase do Exame da OAB, costumeiramente observando elevado número de aprovados.

– Instalações confortáveis.

Local: IBMEC (Shopping ID) – SCN, Q. 6 2º Subsolo.

Início: 28 de março de 2015 – VAGAS LIMITADAS

Horário: Sábados: de 9h às 12 e 14h às 17h

Domingo: de 9h às 12h

Duração: 60h (em 20 aulas)

Contados: (61) 9316-2097 – prepOABDFtrab@gmail.com

543450_330382563683210_301636433_nRogério Neiva – Juiz do Trabalho e professor de Direito e Processo do Trabalho.


Gaudio deImagem1 Paula – Assessor de Ministro (Gabinetes Ministro João Oreste Dalazen e Ives Gandra Filho) no  Tribunal Superior do Trabalho e professor de Direito Material e Processual do Trabalho em Cursos Preparatórios para concursos e Universidades.

Acompanhe, curta e compartilhe

Washington Luís Batista Barbosa

http://www.washingtonbarbosa.com

http://www.facebook.com/washingtonbarbosa.professor

Caminhos para se preparar

Postado em Atualizado em

Por Alvaro de Azevedo Gonzaga

OAB

Recentemente, a Fundação Getúlio Vargas, em seu núcleo de concursos, revelou dados importantes para muitas pessoas. Trata-se de alguns dados relativos a faculdades, matrículas, inscrições no Exame de Ordem, bem como as reprovações em tal certame.

Esse relatório é como um manual de instruções, ou uma radiografia feita do II ao XIII Exame Nacional de Ordem. Serve como base tanto para professores e acadêmicos de cursos de direito, quanto a professores de cursos preparatórios e candidatos que prestam o Exame de Ordem.

Quem trabalha com estatística sabe que os dados apresentados em alguns tópicos são insuficientes para desenvolvermos conclusões definitivas. De qualquer maneira, temos revelado importantes indicativos para que possamos desenhar melhor ainda nossos caminhos no “preparar” para o Exame de Ordem.

Vamos a alguns dados.

A média de aprovação continua média no Exame de Ordem

tabela 1

17,5% – este é o numero médio de aprovados nos últimos onze exames. O pior cenário que tivemos foi no IX Exame (apenas 11,4% de aprovados) e o melhor foi no certame seguinte, X Exame, com 28,1% de aprovados.

O índice de aprovação dos candidatos revela-se menor, mas não tanto quanto os dos exames anteriores, organizados pelo CESPE/UNB. Mas esse índice pode nos levar a alguns problemas a serem detectados, são eles:

1.   inflacionamento do número de advogados. Em 2004, tínhamos cerca de 415 mil advogados no Brasil; hoje, 2015, temos mais de 850 mil;

2.   inflacionamento dos cursos de Direito. O Brasil tem mais de 1,1 mil faculdades de Direito, enquanto o mundo tem menos de 1,1 mil, ou seja, temos mais faculdades de Direito no Brasil que o mundo todo;

3.   o Exame ficou mais difícil;

4.   a qualidade do preparo dos alunos, com grande quantidades de materiais e videoaulas de valor duvidoso e sem qualquer metodologia.

Os dois últimos motivos são os que mais me preocupam e com o qual podemos contribuir com os estudos dos alunos. De fato, a inserção de novas matérias e a redução do número de testes reduz a possibilidade de expansão temática em determinadas matérias tidas como essenciais. Penso que, com relação a esse tema, a OAB deveria ampliar a quantidade de questões para 100 testes novamente, elaborar questões mais curtas e apresentar no edital do Exame o temário das matérias que não são exigidas na segunda fase, como Direitos Humanos e Filosofia do Direito.

Com relação ao último motivo, penso que não adianta acumular no computador um amontoado de material para não estudá-lo ou não lê-lo. É preciso ter um direcionamento de estudo.

O vilão da segunda fase pode ser não saber escolher

tabela 2

Essa é a tabela dos candidatos aprovados na segunda fase por sua área de escolha.

Ouço alguns folclores nos corredores de faculdades e cursinhos que basicamente profetizam o seguinte:

A melhor área para se prestar na segunda fase é Penal ou Trabalho, isso porque são matérias do dia a dia, vemos situações de violência reportadas cotidianamente, bem como estabelecemos relações laborais constantemente. Isso gera uma falsa aderência natural para o candidato que escolhe essas matérias.

Dos folclores negativos, embora também envolvam relações cotidianas, temos o Direito Civil como líder. Quando alguém diz que irá prestar Civil na segunda fase:

Você é louco? Civil? Você tem ideia de quantas peças existem em civil?

Parece-nos que essa tabela sugere outra realidade, ao menos que prestar Trabalho ou Penal deve ser a opção daqueles que têm aderência natural à matéria. Inscrever-se nessas matérias sem qualquer aderência ou por uma visão parcial do que é a prova pode ser um erro. Mas não podemos perder o foco de que essas são as duas matérias mais procuradas, muitas vezes por candidatos indecisos ou que não tiveram um preparo adequado ao longo de sua graduação, inclusive.

Já em Direito Civil, que é líder de crítica é vice-líder de aprovação, não resta dúvida de que os candidatos que prestam essa disciplina têm aderência muito grande ao tema, haja vista o processo de desencorajamento realizado.

É preciso notar que aquelas matérias vistas como “novas” (Empresarial, Administrativo e Constitucional) vêm tendo um bom desempenho nos últimos exames, embora Empresarial, que teve um índice de quase 33% de aprovados no VI Exame, tenha obtido, no XIII certame, um índice baixíssimo, apenas 1,8%, o que também mostra uma sazonalidade na reprovação.

Contudo, essa tabela é encorajadora em Constitucional, que está não apenas no topo das normas, mas também no topo das aprovações: lidera praticamente todos os Exames, chegando a incríveis 41% no VII Exame. Um dado curioso é que Constitucional é uma das matérias menos procuradas para a segunda fase, segundo a própria OAB.

Não quero ser simplista dizendo que a melhor área para prestar na segunda fase é Direito Constitucional; quero que o aluno escolha sua área não pela simpatia a um professor, ou a um folclore, mas sim por sua aderência à matéria quando da sua escolha.

Como disse na abertura deste breve texto, temos aqui uma radiografia do Exame de Ordem. Para termos conclusões definitivas, provavelmente precisaríamos de uma tomografia computadorizada. Mas enquanto não temos toda essa tecnologia por parte da OAB, seguimos diagnosticando com os exames que nos são dados.

Revista Consultor Jurídico, 14 de janeiro de 2015, 9h44

Alvaro de Azevedo Gonzaga é advogado, é Pós-Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa e Universidade de Coimbra. Professor concursado da PUC/SP. Professor e coordenador da OAB no Curso Fórum.

Veja também:

Agenda OAB 2015

Concursos 2015

Traduzindo o Edital CNMP

O CNMP na Constituição

A Análise do Edital DPU (Parte I)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte I)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte II)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte III)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte IV)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte V)

 

 

Direito Empresarial

Postado em Atualizado em

Por Washington Barbosa

Para você que esta se preparando para o Exame de Ordem da OAB, ou  para um concurso público, ou mesmo que atua na área e precisa se atualizar sobre as últimas novidades do Direito Empresarial, editei na Série Resumos trechos do Livro – Descomplicando o Direito Empresarial, de minha autoria.

Com este material você poderá tranquilamente enfrentar qualquer prova de Direito Empresarial.

A leitura simples e direta o ajudará a conquistar seus objetivos.

O conteúdo está divido em quatro unidades, a saber:

Teoria Geral do Direito Comercial

Direito Societário

Direito Falimentar

Direito Cambiário

Veja, também, as vídeo-aulas gratuitas que o Professor Washington Barbosa ministrou no programa Saber Direito da TV Justiça, do STF:

História do Direito Empresarial

Princípios do Direito Empresarial

Do Empresário, Conceito e Requisitos

Da Empresa e do Estabelecimento

Dos Títulos de Crédito

Ainda, como forma de ajudá-lo, apresento uma coletânea de Exercícios com questões das principais provas e bancas do país.

Exercícios I

Exercícios II

Exercícios III

 

Vá em frente e bons estudos.

was

WASHINGTON LUÍS BATISTA BARBOSA é especialista em Direito Público e em Direito do Trabalho, MBA Marketing e MBA Formação para Altos Executivos; Desempenhou várias funções na carreira pública e privada, dentre as quais: Assessoria Jurídica da Diretoria Geral e Assessoria Técnica da Secretaria Geral da Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, Diretor Fiscal da Procuradoria Geral do Governo do Distrito Federal, Cargos de Alta Administração no Conglomerado Banco do Brasil. Coordenador de Cursos Jurídicos, pós-graduação e preparatórios para concursos públicos. Editor dos blogshttp://www.washingtonbarbosa.com,http://www.twitter.com/wbbarbosa e http://www.facebook.com/washingtonbarbosa.professor. Autor de vários artigos publicados em revistas especializadas.

Concurso para o TJDFT

Postado em Atualizado em

TJDFT

Câmara aprova criação de 580 cargos para o Tribunal de Justiça do DF

A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7722/14, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que cria 580 cargos para complementar os quadros do tribunal. A proposta seguirá para o Senado.

O texto cria 355 cargos efetivos, a serem preenchidos por concurso público, divididos entre técnicos e analistas. Os salários iniciais são de R$ 4.575,16 para técnicos e R$ 7.506,55 para analistas.

Também serão criados 25 cargos em comissão CJ-3, que pagam R$ 10.352,52; e 200 funções comissionadas (FCs) com remuneração entre R$ 1.567,95 e R$ 3.434,43.

Os novos cargos vão compor os quadros de quatro novos fóruns criados em cidades-satélites do Distrito Federal: Águas Claras, Recanto das Emas, Guará e Itapoã. O Fórum do Guará já foi finalizado, os demais estão em construção. As outras áreas do TJDFT que serão beneficiadas são varas especializadas, o núcleo de informática e o setor responsável pela mediação e conciliação.

Foi aprovada uma emenda da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público para vincular a criação dos cargos à expressa autorização da lei orçamentária.

Mais uma grande oportunidade para 2015. Comece a estudar agora!!!!

Íntegra da proposta:

Veja também:

Estratégias para Estudar para o TJDFT

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte I)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte II)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte III)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte IV)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte V)

Acompanhe, curta e compartilhe

Washington Luís Batista Barbosa

http://www.washingtonbarbosa.com

http://www.facebook.com/washingtonbarbosa.professor

Edital TJDFT

Postado em Atualizado em

Que venha o concurso do TJDFT 2015

Washington Luís Batista Barbosa*

Há muito se fala do concurso para provimento dos cargos de Analista Judiciário e Técnico Judiciário do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. Conhecido como um dos Órgãos que mais chama os aprovados, o TJDFT prepara concurso para o início de 2015.

Um ponto que merece destaque foi a publicação da Portaria GRP 912, do TJDFT,  de 17/06/14, prorrogando o prazo de validade do concurso de 2013, fazendo com que o termo final do concurso passe a ser 11/07/15.

No mesmo sentido, as recentes alterações legislativas que ampliaram o quadro de servidores do Tibunal, assim como a ampliação da estrutura judiciária do TJDFT, incluindo novas varas, fóruns e gabinetes.

Esses aspectos nos fazem crer que o certame está no forno e para quem não é refem do edital, está na hora de esquentar as turbinas.

Com remuneração de R$ 8.118,19 (oito mil, cento e dezoito reais e dezenove centavos), para o cargo de analista, e de R$ 4.947,95 (quatro mil, novecentos e quarenta e sete reais e noventa e ciinco centavos) para o cargo de técnico, trata-se de um dos concursos mais almejados pelos concursandos de Brasília e do Brasil.

A ESTRATÉGIA

O planejamento é a palavra chave para o sucesso! Estudar para o TJDFT é um empreendimento e, como todo projeto, envolve sacrifícios financeiros, pessoais e acima de tudo emocionais. Nada é conquistado ao acaso, para se ter sucesso faz-se necessário um investimento. Eu tive um professor e amigo que sempre falava: “Washington, passar em uma prova é questão de sorte; mas quanto mais eu estudo, mais sorte tenho!”

Aqui, importante destacar os passos que devem ser seguidos para uma maior efetividade em seu projeto:

a) analise o programa;

b) defina as fontes de estudo;

c) verifique o tempo disponível;

d) aloque as matérias para estudo;

e) monte seu cronograma de estudo;

 f) avalie e reveja o seu planejamento periodicamente.

Invista um tempo importante para planejar e traçar seus objetivos, sem pressa.Você verá o resultado bem à sua frente.

Desta forma você conseguirá estabelecer um cronograma adequado e, com o tempo e metodologia necessários, abordar todo o programa do Exame.

A pergunta que não quer calar,quando começo a estudar?

Alguns dirão que você deve começar somente quando o edital for publicado, outros somente às vésperas da prova, ainda haverá quem diga que não adianta começar porque nunca você conseguirá passar.

Eu sugiro que você inicie seu planejamento e estudos AGORA!

Mas o que estudar? O que vai ser contemplado no edital? Qual será a banca?

Longe de mim querer ser um vidente para falar-lhes com certeza como será o edital, mas existem técnicas que ajudam a chegar bem próximo do que será contemplado.

O primeiro passo é analisar o último edital do concurso para o TDJFT, no caso o de 2013. Naquele Edital, cuja Banca Examinadora foi o CESPE, foram cobradas as seguintes disciplinas:

I – CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

 

 TODOS OS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

 

  • LÍNGUA PORTUGUESA
  • INFORMÁTICA
  • ATUALIDADES
  • ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO

ANALISTA JUDICIÁRIO  –  ÁREA JUDICIÁRIA

 

  • DIREITO CONSTITUCIONAL
  • DIREITO ADMINISTRATIVO
  • DIREITO CIVIL
  • DIREITO PROCESSUAL CIVIL
  • DIREITO EMPRESARIAL
  • DIREITO DO CONSUMIDOR
  • DIREITO PENAL
  • DIREITO PROCESSUAL PENAL
  • ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
  • LEGISLAÇÃO ESPECIAL
  • LEI DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA DO DF E TERRITÓRIOS
  • REGIMENTO E PROVIMENTO DA CORREGEDORIA

 

ANALISTA JUDICIÁRIO  –  OFICIAL DE JUSTIÇA AVALIADOR FEDERAL

 

  • DIREITO CONSTITUCIONAL
  • DIREITO ADMINISTRATIVO
  • DIREITO CIVIL
  • DIREITO PROCESSUAL CIVIL
  • DIREITO EMPRESARIAL
  • DIREITO DO CONSUMIDOR
  • DIREITO PENAL
  • DIREITO PROCESSUAL PENAL
  • ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
  • LEGISLAÇÃO ESPECIAL
  • LEI DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA DO DF E TERRITÓRIOS
  • REGIMENTO E PROVIMENTO DA CORREGEDORIA

 

 

ANALISTA JUDICIÁRIO  –  APOIO ESPECIALIZADO – ESPECIALIDADE MEDICINA – RAMO: PSIQUIATRIA

 

 

  • PSIQUIATRIA
  • LEI DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA DO DF E TERRITÓRIOS
  • REGIMENTO E PROVIMENTO DA CORREGEDORIA

 

II – CARGO DE NÍVEL MÉDIO

 

TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA

 

  • LÍNGUA PORTUGUESA
  • INFORMÁTICA
  • ATUALIDADES
  • ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO
  • REGIMENTO INTERNO
  • LEI DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS

TÉCNICO JUDICIÁRIO – ÁREA ADMINISTRATIVA

 

  • NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL
  • NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO
  • NOÇÕES DE DIREITO CIVIL
  • NOÇOES DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL
  • NOÇÕES DE DIREITO PENAL
  • NOÇÕES DE DIREITO PROCESSUAL PENAL

 Os conteúdos cobrados e a forma de apresentação do edital não costumam variar muito de um ano para outro. Uma dica importante é buscar ver o que está sendo cobrado em concursos similares, assim você terá os conteúdos atualizados.

No caso do concurso para o TJDFT eu gostaria de destacar:

  • A projeção do edital levou em consideração o último concurso de 2013 e os recentes concursos para analistas e técnicos judiciários;
  • Não é demais relembrar que se trata de uma projeção e, como tal, sujeita a chuvas e trovoadas; e
  • No que diz respeito ao cargo de analista judiciário, área judiciária, ainda tenho de relatar a possibilidade de serem incluídas as disciplinas de Direito Empresarial e de Direito Tributário.

Bons estudos e até a cerimônia de posse!!!

Veja Também

Curso Online Gratuito de Direito Processual Penal

A Análise do Edital DPU (Parte I)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte I)

A Análise do Edital para Delegado PC/DF (Parte II)

was

WASHINGTON LUÍS BATISTA BARBOSA é especialista em Direito Público e em Direito do Trabalho, MBA Marketing e MBA Formação para Altos Executivos; Desempenhou várias funções na carreira pública e privada, dentre as quais: Assessoria Jurídica da Diretoria Geral e Assessoria Técnica da Secretaria Geral da Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, Diretor Fiscal da Procuradoria Geral do Governo do Distrito Federal, Cargos de Alta Administração no Conglomerado Banco do Brasil. Coordenador de Cursos Jurídicos, pós-graduação e preparatórios para concursos públicos. Editor dos blogs http://www.washingtonbarbosa.com, http://www.twitter.com/wbbarbosa e http://www.facebook.com/professorwashingtonbarbosa. Autor de vários artigos publicados em revistas especializadas.

Direito Empresarial

Postado em Atualizado em

CONTRATO DE ALIENAÇÃO

FIDUCIÁRIA EM GARANTIA

O contrato de alienação fiduciária em garantia é aquele pelo qual se transfere ao credor o domínio resolúvel e a posse indireta da coisa móvel ou imóvel alienada. O devedor torna-se o possuidor direto do bem e depositário com todas as responsabilidades e encargos que lhe incumbem de acordo com a lei civil e penal.

Por que se fala em propriedade resolúvel do credor, porque ele será o proprietário até o momento em que o devedor quite toda a sua dívida para com ele. Neste momento a propriedade de resolve, cessando os direitos do credor e passando-se a propriedade para o devedor.

Este instituto é muito utilizado hoje em dia, principalmente no financiamento de veículos. O devedor compra um veículo por meio de um financiamento bancário, ele fica com a posse direta do bem, pode utilizá-lo, o documento do carro aparece em seu nome, mas ele somente terá a propriedade definitiva do bem, após a quitação do saldo devedor do financiamento bancário.

Após a publicação da lei 9.514/1997, o instituto da alienação fiduciária passou a ser possível também para bens imóveis que forem financiados, em regra o instituto segue as mesmas características do previsto para os bens móveis infungíveis.

Trata-se de um contrato acessório, sempre vinculado a um contrato de financiamento, que por sua vez estará vinculado a um contrato de alienação. Ou seja, sempre que se falar em um contrato de alienação fiduciária teremos as seguintes operações:

  • Alienação;
  • Financiamento;

Como falamos na aquisição do veículo, o cliente escolhe o veículo e fecha o contrato de compra e venda. Não obstante ele não possui os recursos para efetivar o pagamento, ele procura uma instituição financeira e realiza uma operação de financiamento de veículos. Como forma de garantir o pagamento das prestações, o cliente oferece o bem em alienação fiduciária, transferindo a propriedade resolúvel do mesmo para a instituição financeira: ALIENAÇÃO, FINANCIAMENTO e GARANTIA.

As partes diretamente envolvidas no contrato de alienação fiduciária são:

  • Credor fiduciário: aquele que ofertou o crédito, a instituição financeira, recebeu o bem em garantia, e ficará com a propriedade resolúvel;
  • Devedor fiduciante: aquele que tomou o crédito, o cliente final, ofereceu a alienação fiduciária em garantia, e ficará com a posse direta do bem financiado.

Ressalte-se que, durante o prazo de financiamento e enquanto perdurar o contrato de alienação fiduciária, caberá ao devedor fiduciante toda a responsabilidade sobre o bem, da mesma forma que um depositário. A ele caberão as despesas de conservação, taxas, impostos, bem como a obrigação do uso responsável do bem.

Das responsabilidades do Devedor Fiduciante:

  • Usar o bem de maneira adequada e responsável;
  • Responder pelas despesas de conservação do bem;
  • Pagar todas as taxas, impostos e emolumentos;
  • Paga as prestações do financiamento nas datas e valores acordados.

Dos efeitos da inadimplência:

  • Vencimento antecipado da dívida;
  • Devedor pagou mais do que 40% da dívida, ele pode purgar a mora e desfazer o vencimento antecipado, DIREITO DO DEVEDOR;
  • Devedor pagou menos de 40% da dívida, poderá negociar com o credor a purgação da mora e desfazer o vencimento antecipado, DIREITO DO CREDOR
  • Possibilidade de perda definitiva do bem.

Nos contratos firmados na vigência da Lei 10.931/2004, que alterou o art. 3º, §§ 1º e 2º, do Decreto-lei 911/1969, compete ao devedor, no prazo de cinco dias após a execução da liminar na ação de busca e apreensão, pagar a integralidade da dívida – entendida esta como os valores apresentados e comprovados pelo credor na inicial –, sob pena de consolidação da propriedade do bem móvel objeto de alienação fiduciária, não mais cabendo a possibilidade de purgação da mora prevista anteriormente.

Na hipótese de perda definitiva do bem, o credor deverá providenciar a alienação do bem retomado, utilizando o valor levantado para o pagamento do saldo devedor e das custas. Nesta situação teremos:

  • o valor arrecadado é superior ao saldo devedor e as custas, o excedente deverá ser entregue ao devedor;
  • o valor arrecadado é inferior ao saldo devedor e as custas, o devedor continua obrigado ao pagamento, cabendo a execução destes valores ao credor.

É NULA CLÁUSULA QUE AUTORIZE O PROPRIETÁRIO FIDUCIÁRIO A FICAR COM A COISA ALIENADA EM GARANTIA, SE A DÍVIDA NÃO FOR PAGA NO VENCIMENTO.

Por fim, é importante salientar que em caso de decretação de falência do devedor fiduciário, o credor poderá requerer ao juízo falimentar a restituição do bem e habilitar os seus créditos no processo. Destaque-se que o bem dado em alienação fiduciária não comporá a massa falida, mas o saldo devedor do financiamento, após a devida compensação dos valores levantados com a venda do bem, deverá ser habilitado como crédito e seguir o rito do concurso de credores.

Principais características do contrato de alienação fiduciária:

  • Classificação: contrato consensual, bilateral, paritário, comutativo, oneroso, acessório, solene, típico;
  • Objeto: coisas móveis infungíveis ou imóveis;
  • Finalidade: constituir bem em garantia de operação de financiamento;
  • Operações: ALIENAÇÃO, FINANCIAMENTO e GARANTIA.

Veja, também, as vídeo-aulas gratuitas que o Professor Washington Barbosa ministrou no programa Saber Direito da TV Justiça, do STF:

História do Direito Empresarial

Princípios do Direito Empresarial

Do Empresário, Conceito e Requisitos

Da Empresa e do Estabelecimento

Dos Títulos de Crédito

Vá em frente e bons estudos!

 

wasWASHINGTON LUÍS BATISTA BARBOSA é especialista em Direito Público e em Direito do Trabalho, MBA Marketing e MBA Formação para Altos Executivos; Desempenhou várias funções na carreira pública e privada, dentre as quais: Assessoria Jurídica da Diretoria Geral e Assessoria Técnica da Secretaria Geral da Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, Diretor Fiscal da Procuradoria Geral do Governo do Distrito Federal, Cargos de Alta Administração no Conglomerado Banco do Brasil. Coordenador de Cursos Jurídicos, pós-graduação e preparatórios para concursos públicos.

Editor do blogs  http://www.washingtonbarbosa.com,  http://www.twitter.com/wbbarbosa    e https://www.facebook.com/washingtonbarbosa.professor. Autor de vários artigos publicados em revistas especializadas.

Exame de Ordem

Postado em Atualizado em

Falta menos de uma semana

Por Washington Barbosa

 

 

Estamos a menos de quatro dias da prova de primeira fase do XIV Exame de Ordem. No próximo domingo à tarde, os examinandos deparar-se-ão com 80 questões das diversas disciplinas que compõem o programa da prova.

Não adianta chorar pelo leite derramado!

Não perca tempo lamentando-se do que deixou de fazer no período de preparação. O tempo não volta atrás, mas nem tudo está perdido. Em quatro dias dá para fazer muita coisa.

O que fazer nesses próximos dias que antecederão à data da prova?

Em primeiro lugar, não é hora de desespero ou mesmo de tentar aprender coisas novas. A Hora é de reforçar os seus conhecimentos e revisar o que você estudou.

  • Selecione o material para revisão – esquemas, resumos e mapas mentais – preferencialmente os feitos por você mesmo;
  • Escolha, dentre as disciplinas abaixo, os conteúdos que você se sente mais seguro:
DISCIPLINA QUESTÕES
Direito Constitucional;

7

Direito Administrativo;

6

Direito do Trabalho;

6

Processo do Trabalho;

5

Direito Penal;

6

Processo Penal;

5

Direito Empresarial.

5

 

  • Lógico que o Estatuto, Regimento e Regulamento é conteúdo obrigatório, são 10 de 40 questões, ou seja, um quarto dos 40 pontos necessários para a sua aprovação.

Com este material selecionado, mãos à obra, releia os seus resumos e lembre-se de escrever, escrever muito. O processo da escrita (não vale digitação) é essencial para a verdadeira fixação da aprendizagem.

Outra coisa muito importante para você fazer nesses últimos dias é ficar atento para as revisões gratuitas.

É muito comum as grandes redes de ensino promoverem “aulões” gratuitos, mesas redondas, “viradões”, … não perca essas oportunidades. Geralmente os professores fornecem dicas muito importantes e essenciais para uma boa prova. Outro ponto importante é que esse momento se presta para você avaliar a qualidade da equipe de professores de cada curso, o que será fundamental para a escolha de onde você fará a preparação para a segunda fase. SIM, SEGUNDA FASE, porque você vai passar!

Ainda, não cometa o erro de estudar até a última hora. Um dos fatores que mais pesam na hora de uma prova é você estar com a mente limpa e mentalmente relaxada. Quando você fica estudando até a hora de entrar para fazer a prova, é como se você fosse correr uma maratona logo depois de acabar de correr outros 42 km.

Sendo assim, pare de estudar no sábado à tarde, comecinho da noite, tire a noite para relaxar um pouco, fique um pouco com o seu companheiro ou sua companheira, curta a família e os amigos. SEM EXCESSOS, somente para refrescar a sua mente e seu corpo.

Finalmente, eu sempre sugiro aos meus alunos que conheçam o local da prova antes da data do Exame. Identifique possíveis locais para estacionar e trajetos alternativos para chegar no ambiente da prova. Melhor ainda se alguém puder leva-lo no dia, pois você se livra do estresse do estacionamento e, de quebra, receberá um suporte emocional que fará a diferença.

Vamos que vamos!

Boa prova, vai ser SHOW!