Muito se fala sobre a atuação do CNJ.
É fácil ser engenheiro de obra pronta.
Tem sido muito comum nos últimos meses, principalmente com a proximidade da troca de poder na Suprema Corte e no Conselho Nacional de Justiça, sobre as ações empreendidas por aquele Órgão de controle do judiciário.
De um lado as pessoas criticam a postura diretiva adotada pelo CNJ, especialmente a busca por resultados e a imposição de metas para juízes e tribunais. A famosa meta 2 e sua reedição para o ano de 2010, foram pauta dos princípios veículos de comunicação especializados no mundo jurídico.
De outro lado, uma série de questionamentos acerca da competência do Conselho para determinar/editar normas vinculantes para todo o poder judiciário. Foi primeira página dos jornais o debate no próprio STF, liderado pelo Ministro Marco Aurélio, acerca da ausência de poder do CNJ para atribuir-lhe metas e cobrar-lhe resultados.
Sem querer fazer um trocadilho, JUSTIÇA SEJA FEITA!
O CNJ incluiu na pauta de discussões nacionais a necessidade de ser rever o modelo de gestão do Poder Judiciário.
Sem adentrar ao mérito da competência, ou mesmo do resultado final alcançado por todos estes mutirões e metas para os juízes e tribunais. Mas os anos de 2008 e 2009 entrarão para a história como um marco de gestão, planejamento e busca da eficiência pelo Poder Judiciário Nacional.
Sopesados os prós e contras das medidas implementadas, fica de saldo a vontade consciente e crítica da necessidade de se oferecer a sociedade uma prestação jurisdicional de qualidade, célere e efetiva.
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