Coaching para Concursos

CONSTRUIR A APROVAÇÃO

* por Ana Carolina Mendonça

 engrenagem

Você se sente preparado para passar no concurso almejado?

 Para a realização de um objetivo você precisa de certas capacidades ou habilidades, um plano que contenha a estratégia e os passos a serem seguidos até atingir o resultado e um motivo que te faça mover-se em direção àquele objetivo.

 No mundo dos concursos essa ideia se aplica perfeitamente: Ser aprovado no concurso almejado (objetivo) requer:

 1)     CAPACIDADE – mais do que o próprio conhecimento das matérias, esse item aponta as habilidades para aprender, para realizar provas e, em alguns casos, para o desenvolvimento da escrita ou da oratória.

 2)     PLANO – será imensamente útil na organização do estudo e na priorização dos conhecimentos a serem estudados, no alcance da concentração necessária para cada sessão de estudos, bem como no momento da prova. Com um plano em mãos, as atividades são organizadas de forma sistemática e concatenada a fim de se alcançar o objetivo traçado, considerando a restrição de tempo até a data de realização da prova e os demais fatores prós e contra existentes no percurso.

 3)     MOTIVO – ter uma forte motivação para realizar algo permite o “ir além”, superar barreiras e limites, bem como vencer provas desafiadoras. Ter um motivo realmente forte e inspirador permite a mobilização de forças interiores, muitas vezes até desconhecidas no dia-a-dia, mas que fazem a diferença em momentos de resignação e resistência.

  Requisitos

Refletir sobre esses requisitos da aprovação lhe permitirá identificar pontos de melhoria e, assim, compreender o que lhe falta para atingir seu desejado sonho. É possível que você prefira uma orientação externa de um profissional capacitado, nesse caso, um Coach para Concursos experiente poderá lhe orientar adequadamente, encurtando a sua jornada para a aprovação e lhe aproximando da realização dos seus sonhos.

Você deverá possuir os três elementos apontados no gráfico, a falta de um deles tende a prejudicar o projeto. A exemplo disso temos que frequentemente pessoas se queixam por não conseguirem realizar os planos a que se destinam, dizem simplesmente que não conseguem executá-lo. Nesses casos, provavelmente o que lhes falta não é o plano ou a capacidade para realizá-lo, senão que um motivo mais refinado ou, mesmo, um motivo positivo.

O que seria isso? Certas motivações tendem a gerar ou aumentar a pressão interna por resultados, o que só prejudica, principalmente, quando lidamos com concursos públicos. Passar no concurso para se ver livres dos pais ou do cônjuge, para se sentir importante, para fugir do desemprego ou do fracasso, para superar algum complexo de inferioridade, para “sair do buraco” mostar que a pessoa está orientada por uma situação negativa. Essas motivações não são tão eficientes.

Por outro lado, quando se decide estudar por motivos positivos, como realizar-se profissionalmente, vencer na vida, alcançar um sonho, ser útil à família e à sociedade; a tensão e o estresse não se acumulam na mente do estudante, as energias fluem com mais suavidade. Há um motivo nobre a ser alcançado que fortalece o estudante em busca da realização.

Diante disso, tome um pedaço de papel e nos próximos instantes escreva a sua motivação para realizar o seu sonho. Não deixe para depois! Escreva o real motivo que te move a realizar seu sonho.

Escreveu?  Muito bem!

Agora, sinceramente, você tem se dedicado a desenvolver suas capacidades? Como está o seu planejamento? Você possui um plano, ele está escrito ou apenas na sua cabeça? Ele está suficientemente detalhado? Você cumpre as atividades do plano? Você sente segurança e confiança no processo?

Após essas reflexões, aproveite o campo comentários para esclarecer qualquer dúvida e deixar sua mensagem!

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ANA CAROLINA MENDONÇA é Master Coach com certificação Internacional em Coaching Integral Sistêmico, nas especialidades Life e Executive Coaching. Formada em Ciências Contábeis – Universidade de Brasília, com pós-graduação em Controle e Auditoria Públicos. Atuou no Banco Central do Brasil e no Tribunal Superior do Trabalho e desempenha função no Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

Sexta Feira

Hoje é dia de

Afiar o Machado

e Comemorar

um lindo ano

felicidade

Cara Leitora e  Caro Leitor,

Hoje eu peço licença para falar algum muito pessoal.

Há exatamente um ano, mais ou menos eu dava entrada no Hospital Santa Helena em Brasília, onde ficou em coma por 4 dias e meio.

Muita coisa mudou desde então, tanto no que diz respeito aos aspectos físicos, quanto os mentais e os espirituais.

Mais do que uma quase morte, àquele dia representou um novo nascimento, uma nova vida.

Assim, hoje é dia de festa, de comemoração, de aniversário.

rosa“O amor não é sentimento que quantifica uma relação, mas que se qualifica ao abrigo da espontaneidade e da humildade.
Não são as demonstrações palpáveis que nos levam a avaliar a intensidade de um sentimento, mas a presença desinteressada e sem alarde.
Ama incondicionalmente, sem a preocupação com cobranças, mas contabilizando emoções reais e puras.
Somente assim, merecerás fruir do amor que Jesus nutre incondicionalmente por ti, mercê da Sua identificação com o Pai Celestial e da Sua condição de pureza.
O amor livre de interesses mundanos é o espelho de ajuste às leis divinas, condição para o alcance da felicidade. “

Agnello Moretz

Então, dedique um momento para afiar o machado, recarregue suas energias e comemore comigo meu primeiro ano de nova vida.

Para isso, dedico, semanalmente, uma música escolhida especialmente para vocês que nos acompanham diariamente.

PARE AGORA, ESCUTE, DIVIRTA-SE

 Washington Barbosa

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Direito Civil e Processo Civil

 RESPONSABILIDADE CIVIL

 responsabilidade civil

O termo Responsabilidade Civil é utilizado para descrever a obrigação de um indivíduo em reparar o dano causado – por ele mesmo, por quem responde ou por imposição legal – a outrem. Essa reparação, na maioria das vezes, ocorre em forma de indenização pecuniária.

            A obrigação de reparar decorre de dois tipos de ação: dolosa (ação ou omissão) ou culposa (imprudência ou imperícia).

A Responsabilidade Civil, quanto à natureza, é subdividida em duas espécies:

Þ    Contratual: decorrente da inobservância de cláusulas estipuladas entre as partes. Não há necessidade de comprovação da culpa (responsabilidade objetiva), bastando apenas que o inadimplemento esteja configurado. Caberá ao devedor o ônus de provar que a obrigação encontra-se adimplida ou que não há obrigação em indenizar.

Encontra-se prevista nos arts. 389 e seguintes do Código Civil de 2002.

Art. 389. Não cumprida a obrigação, responde o devedor por perdas e danos, mais juros e atualização monetária segundo índices oficiais regularmente estabelecidos, e honorários de advogado.

 Þ    Delitual ou Aquiliana: ato ilícito extracontratual. Encontra-se prevista nos arts. 186 a 188 e arts. 927, caput e seguintes do Código Civil de 2002. Nessa espécie cabe à vítima provar a culpa do agente. Ex.: obrigação de reparar danos decorrentes de acidente de trânsito.

Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.

 Para a configuração da obrigação de reparar, faz-se necessária a identificação dos seguintes pressupostos: a conduta humana, a existência de dano patrimonial ou extrapatrimonial e o nexo causal entre o ato praticado e o resultado e a culpa. Quanto ao último pressuposto, a culpa, existem duas teorias distintas que tratam da sua imprescindibilidade para a configuração da responsabilidade:

Þ    Teoria Subjetiva (Teoria Clássica): baseia-se na culpa do agente, indispensável para que haja a obrigação de indenizar. Ou seja, depende do comportamento do indivíduo.

Þ    Teoria Objetiva: basta a existência de relação de causalidade entre a ação e o dano para que a responsabilidade reste configurada. Está prevista no parágrafo único do art. 927 do CC/2002 e, também, é denominada Teoria do Risco.

Parágrafo único. Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem.

 Há situações que excluem o dever de indenizar, denominadas excludentes da Responsabilidade Civil. Nesses casos, a obrigação de reparar é suplantada pela ausência do nexo causal, em virtude:

Þ    Da culpa exclusiva da vítima. Ressalte-se que no caso de responsabilidade concorrente, os envolvidos responderão no limite de sua respectiva culpa.

Art. 945 do CC. Se a vítima tiver concorrido culposamente para o evento danoso, a sua indenização será fixada tendo-se em conta a gravidade de sua culpa em confronto com a do autor do dano.

 Þ    Do fato de terceiro: a ação ou omissão que enseja o dano é praticada por pessoa distinta, de forma que não há como estabelecer o nexo causal entre o agente e o resultado danoso. Contudo, em alguns casos a responsabilidade subsiste, vide o constante no arts. 932 e 933 do CC.

 Art. 932. São também responsáveis pela reparação civil:

I – os pais, pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e em sua companhia;

II – o tutor e o curador, pelos pupilos e curatelados, que se acharem nas mesmas condições;

III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele;

IV – os donos de hotéis, hospedarias, casas ou estabelecimentos onde se albergue por dinheiro, mesmo para fins de educação, pelos seus hóspedes, moradores e educandos;

V – os que gratuitamente houverem participado nos produtos do crime, até a concorrente quantia.

Art. 933. As pessoas indicadas nos incisos I a V do artigo antecedente, ainda que não haja culpa de sua parte, responderão pelos atos praticados pelos terceiros ali referidos.

 Þ    Do caso fortuito ou de força maior: quando o dano – causado por conduta humana ou eventos naturais – ocorre por fato alheio à vontade da parte.

Art. 393. O devedor não responde pelos prejuízos resultantes de caso fortuito ou força maior, se expressamente não se houver por eles responsabilizado.

Parágrafo único. O caso fortuito ou de força maior verifica-se no fato necessário, cujos efeitos não era possível evitar ou impedir.

 Þ     Das excludentes de ilicitude previstas no art. 188 do CC.

Art. 188. Não constituem atos ilícitos:

I – os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido;

II – a deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de remover perigo iminente.

Parágrafo único. No caso do inciso II, o ato será legítimo somente quando as circunstâncias o tornarem absolutamente necessário, não excedendo os limites do indispensável para a remoção do perigo.

 O instituto da Responsabilidade Civil constitui importante garantia de reparo à uma violação legal ou contratual. Por meio dela, quando não for possível o retorno ao status quo ante, a vítima poderá ser ressarcida proporcionalmente ao dano moral ou material sofrido.

Veja mais sobre Direito Civil e Processo Civil em:

O Efeito da Sentença na Ação Civil Pública

O Papel da Ação Reivindicatória na Defesa do Direito de Propriedade

A Possibilidade de Penhora do Bem de Família dado em Garantia de Dívida de Empresa Familiasaiba mais

A Impossibilidade do Interdito Proibitório para Defesa dos Direitos Autorais

Prestação de Garantia: Fiança ou Aval?

A Multiparentalidade e seu Reconhecimento pelo Sistema Jurídico Brasileiro

A Ilegalidade da Redução de Honorários Sucumbenciais

 

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Professora Anelise Muniz. Advogada e Professora atuante nas áreas de Direito Civil e Processo Civil, Sócia do Escritório Costa & Muniz, Consultoria Jurídica e Advocacia, Graduada em Direito pelo UDF-Centro Uiverstário do Distrito Federal, Pós-Graduada em Direito Civil e Processual Civil, bem como em Docência do Ensino Superior, ambos pelo ICAT/UDF e, Mestranda em Educação pela UCB/DF. Ex-Chefe de Gabinete do Desembargador Souza Prudente, no TRF da 1a Região, atulamente, Professora Universitária no UDF e em Cursos Preparatórios para Concursos e para OAB, 1a e 2a fases, nas áreas de Direito Civil e Processo Civil e Professora Orientadora do Núcleo de Práticas Jurídicas/NPJ, na Justiça Federal de Brasília, na área de Direito Previdenciário. Professora do Gran Juris, Carreiras Jurídicas, coordenação Professor Washington Barbosa.

 

 

 

 

 

 

 

Recuperação Judicial

Blindagem de empresa

em recuperação vale

para sócios

Por Elton Bezerra

A blindagem de 180 dias das empresas em recuperação judicial contra a cobrança de credores pode ser estendida para os sócios. O entendimento consta de decisão do desembargador Carlos Henrique Abrão, do Tribunal de Justiça de São Paulo. Neste período, os sócios devem estar imunes contra qualquer tipo de execução, cobrança ou penhora. Segundo o desembargador a tese é inédita e inovadora para a área. “Ela afeta os sócios como também incorporados ao processo de recuperação”, explica.

O caso diz respeito à recuperação judicial de um frigorífico de São Caetano do Sul. A empresa havia tomado um empréstimo em um banco, que passou a cobrar a dívida dos sócios. Na primeira instância, a Justiça suspendeu a cobrança, mas sem estipular prazo. No TJ-SP, Abrão decidiu que a suspensão valerá até 13 de maio, quando serão completados 180 dias da recuperação.

De acordo com Abrão, o problema da cobrança por fora da recuperação é que ela pode dilapidar o patrimônio dos sócios e acabar com uma eventual fonte de receitas em caso de falência. “Se o banco cobrar por fora, ele já estaria recebendo na frente dos demais credores, principalmente os trabalhistas. Não há motivo para o banco receber sozinho e os demais ficarem na fila durante cinco ou dez anos. Seria um benefício incomum para ele”, afirma Abrão.

O desembargador disse que é comum os credores acionarem os sócios em busca de seus créditos quando as empresas entram em recuperação judicial, e que são justamente os bancos que mais fazem uso do recurso, devido às garantias hipotecárias, fiduciárias, avais de sócios e recebíveis. “O banco trabalha normalmente com quatro a cinco garantias. Ele nunca perde. Agora os demais credores, os assalariados e fornecedores, eles não trabalham com garantia, só com créditos”.

Crítico da maneira como a recuperação judicial é aplicada no país, ele diz que ela protege mais o crédito do que a empresa. “No mundo inteiro, o princípio geral é de recuperação de empresas, e aqui no Brasil é recuperação de créditos.”

Clique aqui para ler a decisão.

Fonte: CONJUR

Defensoria Pública da União

Déficit de

defensores públicos federais

chega a 66%

O déficit de defensores públicos federais chega a 66% no país, aponta o estudo Um panorama da atuação da Defensoria Pública da União, lançada no final de março. Esse seria o aumento necessário para que houvesse ao menos um defensor federal para cada 100 mil habitantes com mais de dez anos de idade e rendimento mensal de até três salários mínimo.

Segundo o relatório, dos 561 cargos de defensor público federal, 506 estão ocupados para atuação na primeira e segunda instâncias. Não foram considerados no cálculo os membros que atuam perante os tribunais superiores.

O diagnóstico revela, ainda, que a principal demanda da DPU, entre os órgãos públicos federais contra os quais litiga, é previdenciária — o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Somados, os litígios nesta seara concentram 35% das pretensões de atendimento.

Em 2013, conforme a publicação, 21 mil assistidos deixaram de ajuizar demandas após atuação da Defensoria, por meio de acordos administrativos e pelo arquivamento de pretensões juridicamente inviáveis, o que evitou sobrecarregar ainda mais o Poder Judiciário.

O tempo médio global entre a chegada do cidadão às unidades da DPU e o efetivo início do atendimento correspondeu a 21 minutos no ano passado, aponta o documento. No período, 1,5 milhão de atendimentos foram feitos em todo o Brasil.

Ampliação de subseções
A DPU está presente nas 27 capitais e em 40 cidades do interior, número equivalente a 25% das varas da Justiça Federal. Em dezembro de 2012, a Lei 12.763/2012 foi sancionada pela Presidência da República, criando 789 cargos de defensor público federal para a implantação do plano de interiorização do órgão. A Defensoria espera ampliar de 67 para 271 o número de seções e subseções judiciais atendidas pela instituição nos próximos anos.

O relatório, produzido pela Assessoria de Planejamento, Estratégia e Gestão (Asplan) da DPU, usa como referência dados recentes do Atlas do Censo Demográfico 2010, publicado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, publicado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD); e de estatísticas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os dados analisados, em regra geral, compreendem o período de janeiro/2011 a dezembro/ 2013. Com informações da Assessoria de Imprensa da DPU.

Clique aqui para ler o Mapa da DPU.

FONTE: CONJUR

Trabalho e Processo do Trabalho

Reconhecimento de

Vínculo Empregatício

de Policial Militar

com Empresa Privada

Seguran硠dos jogos Pan-americanos

Oi, Gente!!

            Hoje vamos falar de um tema um pouco polêmico: o reconhecimento do vínculo do policial militar com empresa privada.

            É muito comum policiais militares oferecerem o serviço de segurança e afins para locais privados, mediante uma remuneração. Ocorre que, muitos acreditam que por essa atitude ser ilegal não é garantido aos policiais os direitos trabalhistas devidos.

A Súmula 386 do TST acaba com essa discussão ao dizer:

POLICIAL MILITAR. RECONHECIMENTO DE VÍNCULO EMPREGATÍCIO COM EMPRESA PRIVADA (conversão da Orientação Jurisprudencial nº 167 da SBDI-1) – Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005

Preenchidos os requisitos do art. 3º da CLT, é legítimo o reconhecimento de relação de emprego entre policial militar e empresa privada, independentemente do eventual cabimento de penalidade disciplinar prevista no Estatuto do Policial Militar. (ex-OJ nº 167 da SBDI-1 – inserida em 26.03.1999)

            Sendo assim, independentemente da conduta ser inapropriada e sendo passível de punição militar, se o policial militar prestar serviços de natureza não eventual ao empregador, sob a independência deste e mediante salário terá o seu vínculo empregatício reconhecido.

            Olha essa decisão do TRT da 1ª região aplicando a Súmula:

POLICIAL MILITAR. VÍNCULO. Caracterizados os elementos do artigo 3º da CLT, habitualidade, onerosidade, subordinação jurídica, legítimo é o reconhecimento do vínculo entre o policial militar e empresa privada. Assim a Súmula 386 do C.TST.

(TRT-1 – RO: 8756220125010012 RJ , Relator: Maria Aparecida Coutinho Magalhães, Data de Julgamento: 18/06/2013, Oitava Turma, Data de Publicação: 10-07-2013)

Então por hoje é isso, até a próxima!!

Veja mais sobre Direito do Trabalho e Direito Processual do Trabalho em:

Contrato de Trabalho

saiba mais

O Prazo Processual no CPC e a OJ 310 da SBDI-1

Procedimento Sumaríssimo

A Estabilidade da Gestante e a Nova Redação da Súmula 244 do TST

A Estabilidade do Dirigente Sindical

Jus Postulandi no Direito Processual do Trabalho

Honorários na Justiça do Trabalho

1472091_10151805505927473_770248009_nKelly Amorim. Formada pela Faculdade de Alagoas – FAL. Pós Graduada e Docência do Ensino Superior – Universidade Cruzeiro do Sul. Pós Graduada em Processo Civil, pelo ICAT/UDF e Processo do Trabalho – Processus. Mestranda em Políticas Públicas pelo Centro Universitário de Brasília – UNICEUB. Advogada militante nas áreas: Trabalhista – Direito Individual e Coletivo e em Processos Administrativos Disciplinares. Professora do Centro Universitário UDF.  Procuradora Institucional do Centro Universitário UDF. Professora da Equipe do Gran Juris, Carreiras Jurídicas, coordenação do Professor Washington Barbosa.

Coaching para Concursos

ENTENDENDO A MEMORIZAÇÃO

* por Ana Carolina Mendonça

 

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Você conhece as fases da memorização? Como serão os seus resultados quando você passar a memorizar mais e melhor as informações de que precisa?

Memorização refere-se a uma função mental de armazenamento de informações e experiências. Trata-se da capacidade de reter e evocar o conhecimento. Nosso cérebro é capaz de memorizar tudo o que acontece, pois há espaço para isso. No entanto, por meio da utilização de filtros, ele armazena a longo prazo apenas o que consideramos relevante (para saber mais, leia Impulsionando sua Memória).

 Hoje vamos compreender as fases do processo da memória e, assim, entender como otimizar cada uma delas.

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A fase de Captação é aquela em que a pessoa utiliza seus sentidos a fim de receber as informações. Para uma melhor captação, é crucial prestar atenção ao que você está vendo, ouvindo ou sentindo. Dessa forma, outra ferramenta importante é analisar o seu próprio perfil e identificar se você é uma pessoa mais visual, auditiva ou cinestésica (lei mais em Qual o seu Estilo de Aprendizagem?) isso o ajudará na escolha do tipo de material para estudo.

 Na Fixação, preliminarmente, o cérebro categoriza a informação em curtíssimo, curto ou longo prazo e, então, os neurônios se encarregarão de guardar essa informação. Importante compreender que o parâmetro utilizado pelo cérebro para classificar a memória é o interesse, o amor ou a vontade da pessoa pelo assunto (saiba mais em Impulsionando sua Memória). Daí, ser tão difícil aprender uma matéria que não se gosta. Mas, hoje, há técnicas e ferramentas que nos auxiliam a criar gosto pelas matérias!

 A Manutenção refere-se ao cuidado do cérebro para que não seja armazenado informação nova sobre uma antiga. Essa análise baseia-se na utilidade da informação armazenada. Se o cérebro considerar que guardou informação inútil, destinará aquele espaço para nova informação. Se queremos guardar determinada informação a longo prazo precisamos demonstrar utilidade. Daí a importância fundamental das revisões periódicas da matéria aprendida. Lembre-se! Sem a revisão, você não garante a perenidade da informação.

 A fase de Recuperação é aquela em que acionamos o cérebro para localizar e resgatar a informação armazenada. Essa etapa é fundamental na realização de provas e exames. O mecanismo de recuperação se aperfeiçoa pelo treino. Fazer exercícios, resolver provas anteriores, bem como revisar constantemente a matéria aprendida aperfeiçoa o processo e torna a recuperação mais rápida. O uso de técnicas específicas de memorização com a utilização de mneumônicos e associações aceleram o resgate da matéria.

 Por fim, a fase de transmissão refere-se à capacidade de transmitir o conhecimento, seja de forma escrita ou oral. Essencial para a elaboração de textos e redações ou para a realização de exames orais. Você já deve ter se deparado com alguma situação em que, apesar de conhecer a matéria, não se sentia apto para desenvolver uma redação sobre o tema. Isso se deve ao fato de a informação ter sido armazenada de forma muito segmentada sem ser criados vínculos entre temas similares. O aperfeiçoamento da transmissão ocorre pelo treino, mas também por uma fase de fixação mais adequada.

 Pequenos upgrades em cada uma das etapas, gerará um ganho significativo para sua memorização!

Veja mais sobre Coaching:saiba mais

Ensine seu cérebro a produzir energia e não a disperdiçá-la

Excelência: Estado de Fluxo

Qual o seu Estilo de Aprendizagem

Relaxamento Instantâneo

Seu Plano de Estudo

Impulsionando a sua Memória

Regulou o seu Foco?

Técnicas de Memorização

Conhece o Princípio 10/90?

Confiança e Ansiedade na Aprendizagem

Inteligência se Aprende

6 Dicas para Você Concretizar suas Decisões

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ANA CAROLINA MENDONÇA é Master Coach com certificação Internacional em Coaching Integral Sistêmico, nas especialidades Life e Executive Coaching. Formada em Ciências Contábeis – Universidade de Brasília, com pós-graduação em Controle e Auditoria Públicos. Atuou no Banco Central do Brasil e no Tribunal Superior do Trabalho e desempenha função no Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

 

Quem é Washington Barbosa?

Washington Barbosa

Washington Barbosa

WASHINGTON LUÍS BATISTA BARBOSA é especialista em Direito Público e em Direito do Trabalho, MBA Marketing e MBA Formação para Altos Executivos; Desempenhou várias funções na carreira pública e privada, dentre as quais: Assessoria Jurídica da Diretoria Geral e Assessoria Técnica da Secretaria Geral da Presidência do Tribunal Superior do Trabalho, Diretor Fiscal da Procuradoria Geral do Governo do Distrito Federal, Cargos de Alta Administração no Conglomerado Banco do Brasil. Coordenador de Cursos Jurídicos, pós-graduação e preparatórios para concursos públicos. Editor dos blogs www.washingtonbarbosa.com, www.twitter.com/wbbarbosa e www.facebook.com/professorwashingtonbarbosa. Autor de vários artigos publicados em revistas especializadas.

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